Rede de esgoto de Ji-Paraná terá 400 km

O prefeito Marcito Pinto (PDT) durante entrevista à rádio Alvora de Rondônia falando sobre os diversos benefícios que a obra de saneamento básico trará para a cidade.
O prefeito Marcito Pinto (PDT) durante entrevista à rádio Alvora de Rondônia falando sobre os diversos benefícios que a obra de saneamento básico trará para a cidade.

Previsto para ter início já nos próximos meses, a obra para implantação do esgotamento sanitário em Ji-Paraná é aguardada com grande expectativa pela população. A obra prevê a construção do sistema de coleta e tratamento de esgotamento e será executada pelo  consórcio composto pelas empresas A Gaspar e Proacqua S/A.

Os investimentos são de aproximadamente R$ 180 milhões, vindos do Governo Federal , através do Programa de Aceleração do Crescimento, tendo como órgão interveniente o Governo do Estado de Rondônia e apoio da Prefeitura de Ji-Paraná.

O sistema prevê a instalação de 399 quilômetros de rede de coleta, na área urbana da cidade, sistema de bombeamento, construção de uma estação de tratamento e efluentes (ETE), contendo oito lagoas para contenção de dejetos, sendo quatro lagoas anaeróbias e quatro aeróbias, que serão responsáveis pela purificação de 92% do esgoto coletado.

O prefeito do município Marcito Pinto (PDT), ao conceder entrevistas as emissoras de rádio da cidade, enumerou diversos benefícios que a obra trará para a cidade.  O prefeito lembrou que o tratamento do esgoto  é um serviço essencial para que a cidade alcance mais qualidade de vida para as pessoas, com a obtenção de benefícios diretos para o meio ambiente, questões sanitárias e de saúde pública.

Com o esgoto tratado, explicou Marcito, esses benéficos irão refletir diretamente na saúde Infantil,  na redução de doenças provocadas por contaminação via água ou alimentos, na redução dos gastos públicos com o tratamento de doenças no hospital e nos postos de saúde, na despoluição dos rios, na preservação dos recursos hídricos e até na valorização dos imóveis urbanos.

“Com o sistema em funcionamento, serão extintas mais de 45 mil fossas sépticas na área urbana, fazendo com que o lençol freático, os rios e córregos que estão na cidade deixem de ser contaminados com dejetos e, com isso, reduzindo a incidência de diversas doenças, refletindo diretamente nos custos com a saúde pública”, explicou o Prefeito.

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