Derrubar Lula no voto, sem Moro nem vela, e reinstalar com toda força o subdesenvolvimento na América Latina, é prioridade dos “strathegos” do Pentágono.
Carlos Pedro Macena – Depois que pesquisas apontaram a possibilidade de um segundo turno com Flávio e Lula, não tenha dúvida, companheiro: não interessa aos ianques um Brasil forte, estável, executando um processo de transformações de longo prazo, projetando-se como liderança de proa no “concerto das nações”, firmando acordos e forjando alianças estratégicas que reduzam a influência nefasta do capital norte-americano na economia brasileira.
Derrubar Lula no voto, sem Moro nem vela, e reinstalar com toda força o subdesenvolvimento na América Latina, é prioridade dos “strathegos” do Pentágono. Vou usar uma imagem hipotética para alumiar a treva que a confusão traz: alguém em sã consciência imagina Flávio sendo recebido como Lula foi por onde passou nesse último rolê pelo Extremo Oriente?
Acontece que chinês, hindu e indonésio não votam em Taguatinga, Itacoatiara, Votuporanga, Cordisburgo, Itatiaia, Manacapuru ou Dourados.
O rabino sabido reduz as guerras a cortinas de fumaça para encobrir o caso Epstein mas sabe muito bem que Israel não dura 24h sem a VI Frota estacionada no Mediterrâneo.
Tornar Flávio viável é o melhor dos mundos para a CIA. Vai custar um pouco caro, dada nossa aparente insignificância na geopolítica mundial, comprar centenas de deputados federais mais dezenas de senadores para viabilizar um Plano B, qual seja infernizar o próximo mandato de Lula.
Não por acaso, já que o homem do kipá falou em coincidências, a NASA acaba de anunciar o adiamento do Projeto Artemis, de fuçar tório na Lua, e o cancelamento de um contrato de US$ 2,000,000,000,00, cerca de 12 bilhões de reais, com a Boeing. Que mané astronauta, vamos cuidar é do nosso quintal, que já esta encolhendo pra horta e vai virar biomassa pros chingling.
Eduardo pouco se lixou por ter sido cassado pela Mesa da Câmara e demitido da Polícia Federal.
Se não for condenado logo pelo Supremo (e isso é mais importante do que a flaviodinice oportunista contra roubalheirinhas e negociatolhaças de juízes, promotores e desembargadores, sobre as quais há décadas sabemos todos), se não for imediatamente extraditado e juntar-se ao Sargento Pincel na Papudinha, Eduardo vai continuar lá, na ponte aérea Miami – New York – Washington D. C. e, claro, alisando a Califórnia do Vale do Silício.
De lá, com ajuda do Republicanos, líder da fraude contra os velhinhos no INSS, seguirá articulando a compra de bancadas em todo o país.
Pega um lápis: se esse valhacouto de safardanas fizer um senador em cada Estado, 27 x 5, dá uns 135 milhões de reais, nem US$ 25 milhões.
Só o bombardeio dos B-2s Stealth que decolaram de Diego García, no Oceano Índico, e pousaram de volta depois de vaporizar as usinas atômicas iranianas de Fordham e Natanz, custou US$ 13,5 milhões. Troco pro Trump.
Deputado federal complica um pouquinho: 50 em São Paulo saem por, vá lá, US$ 2 mi cada um, US$ 100 milhões; em Minas Gerais é preciso arrematar uns 40 cascas-grossas, lá se vão outros US$ 80 milhões.
Aponta o lápis e vai somando: 30 deputados federais “eleitos” no RS, SC, PR, MS, MT, GO, RJ e BA, são 240, mais baratinhos (“se não vierem com defeito”, como disse uma vez o Bussunda), um pelo outro saem a US$ 1,5 milhão cada, ou US$ 360 milhões. A fatura total, incluindo os 27 senadores e os 390 depufedes, bate em US$ 505 milhões.
Menos de meio bilhão de dólares os Estados Unidos não vão despejar nos 5.500 municipios para alavancar Flávio, atarantar Lula e manter o Brasil em rédea curta. Esse é o plano.
Muito pouco pra frear um PIB anual de um trilhão de dólares? Rapaz… O Brasil é pra profissionais.
*Carlos Pedro Macena é de Brasília (DF), 61 anos, graduado em Jornalismo pela USP/1989. Ex-Diretor da Afiliada Globo m Vilhena, ex-repórter de Política da “Folha de Rondônia”, Chefe de Reportagem do “Diário da Amazônia”, Assessor de Imprensa do Detran-RO. Trabalhou na Editora Abril, no Grupo Folhas e 11 anos no Banco do Brasil. Atualmente, só pesca e mente.
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