{"id":23916,"date":"2019-08-01T09:02:25","date_gmt":"2019-08-01T13:02:25","guid":{"rendered":"http:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/?p=23916"},"modified":"2019-08-01T09:02:25","modified_gmt":"2019-08-01T13:02:25","slug":"depressao-conheca-tres-historias-de-luta-e-superacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/2019\/08\/01\/depressao-conheca-tres-historias-de-luta-e-superacao\/","title":{"rendered":"DEPRESS\u00c3O: Conhe\u00e7a tr\u00eas hist\u00f3rias de luta e supera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><a class=\"entry-category\" href=\"https:\/\/www.agenciadoradio.com.br\/noticias\/autor\/taina\">Tain\u00e1 Ferreira<\/a> &#8211; \u201c<strong>Depress\u00e3o<\/strong> \u00e9 uma doen\u00e7a como qualquer outra e pode atingir qualquer pessoa, em qualquer \u00e9poca da vida\u201d. \u00c9 assim que o psiquiatra Dr. Ant\u00f4nio Geraldo da Silva, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Psiqui\u00e1trica da Am\u00e9rica Latina (APAL) come\u00e7a a explicar a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A <strong>depress\u00e3o<\/strong> \u00e9 um transtorno mental que est\u00e1 no dia a dia de muitas pessoas. Segundo o \u00faltimo relat\u00f3rio divulgado pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), s\u00e3o mais de 300 milh\u00f5es de pessoas que vivem com a doen\u00e7a no mundo.<\/p>\n<p>Lidar com o transtorno \u00e9 um processo longo e dif\u00edcil. Por isso, hoje, vamos conhecer hist\u00f3rias de pessoas que superaram e est\u00e3o superando a <strong>depress\u00e3o<\/strong>. S\u00e3o relatos de quem passou por momentos conturbados e tiveram, praticamente, que parar a pr\u00f3pria vida para enfrentar a doen\u00e7a. Gra\u00e7as ao tratamento correto, essas pessoas conseguiram voltar \u00e0 rotina.<\/p>\n<p><strong>1 \u2013 \u201cA minha for\u00e7a veio do meu filho\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Uma pessoa divertida e animada. \u00c9 assim que\u00a0Filipe Santos Rodrigues\u00a0diz que era, antes de descobrir que estava com <strong>depress\u00e3o<\/strong>. Tudo come\u00e7ou aos 26 anos, por causa do t\u00e9rmino do relacionamento com a m\u00e3e do seu filho. De uma pessoa entusiasmada, Filipe\u00a0come\u00e7ou a n\u00e3o querer sair, a n\u00e3o fazer nada, a chorar com frequ\u00eancia e, confessa, teve at\u00e9 pensamentos suicidas.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed ele resolveu procurar ajuda. Foram quase tr\u00eas meses com os sintomas, at\u00e9 a decis\u00e3o de procurar tratamento. \u201cEu mesmo era daqueles que tinha preconceito de procurar psiquiatra, psic\u00f3logo, de achar que estava bem, que n\u00e3o sou doido, que isso [tratamento] para mim \u00e9 coisa de doido. Ent\u00e3o, levei de uns dois a tr\u00eas meses para entender que n\u00e3o era normal, que n\u00e3o era do meu cotidiano, da minha pessoa, a partir da\u00ed decidi procurar ajuda\u201d, relembra o jovem.<\/p>\n<p>Primeiro ele procurou um psiquiatra que, logo depois, o encaminhou para uma psic\u00f3loga. Durante o per\u00edodo de tratamento, chegou a tomar tr\u00eas tipos de medicamentos:\u00a0um para ansiedade, um para <strong>depress\u00e3o<\/strong> e um estabilizador de humor. Mas, para Filipe, a terapia foi o fator principal no processo de cura. Fez tratamento com psic\u00f3logo durante um ano e tomou medicamentos por seis meses.<\/p>\n<p>Questionado sobre de onde veio a for\u00e7a para seguir em frente e n\u00e3o desistir, ele foi direto: \u201cVeio do meu filho mesmo! Ele \u00e9 pequeno, tem 3 anos. Ent\u00e3o ele era o que mais ajudava a procurar ajuda, fazer terapia e a tentar melhorar\u201d, afirma.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" title=\"Foto: Arquivo pessoal\" data-src=\"https:\/\/s3-sa-east-1.amazonaws.com\/agencia-radio-arb\/285\/content_filipe.jpeg\" alt=\"Foto: Arquivo pessoal\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><\/p>\n<p>Hoje, livre da <strong>depress\u00e3o<\/strong>, Filipe voltou \u00e0 rotina e se esfor\u00e7a para estar sempre entre familiares e amigos. Ao fazer uma an\u00e1lise do pr\u00f3prio caso, ele entende que dias e momentos ruins sempre v\u00e3o existir. \u201cN\u00e3o tem como ter uma vida perfeita e est\u00e1 tudo bem. Problemas v\u00e3o ter e tem que aprender a lidar com eles e saber que uma hora passa e que vai conseguir dar a volta por cima\u201d, alerta.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, faz quest\u00e3o de refor\u00e7ar a import\u00e2ncia de buscar apoio e deixar um recado para aqueles que est\u00e3o passando por um momento dif\u00edcil. \u201cProcure ajuda! Porque passa muita coisa na cabe\u00e7a da gente e, se n\u00e3o procurar ajuda, infelizmente, pode acontecer at\u00e9 a quest\u00e3o do suic\u00eddio. Tentar se abrir com os outros, procurar ajuda o mais r\u00e1pido poss\u00edvel assim que perceber algo diferente, que n\u00e3o \u00e9 habitual, mesmo que n\u00e3o seja nada para n\u00e3o ficar pior ou agravar a situa\u00e7\u00e3o que estava\u201d, conclui.<\/p>\n<p><strong>2 \u2013 \u201cA depress\u00e3o foi um momento muito dif\u00edcil, mas fez eu me conhecer\u201d<\/strong><\/p>\n<p>A jovem Marina Lisb\u00e3o de Carvalho, de 22 anos, tamb\u00e9m enfrentou a doen\u00e7a, n\u00e3o uma; mas duas vezes. A primeira, aconteceu na pr\u00e9-adolesc\u00eancia, quando ela tinha por volta de 13 anos. Na \u00e9poca, segundo a jovem, n\u00e3o foi t\u00e3o intensa. A segunda crise veio entre 2016 e 2017.<\/p>\n<p>A estudante conta que, no per\u00edodo mais dif\u00edcil da <strong>depress\u00e3o<\/strong>, sentia desanimo constante, apatia, n\u00e3o tinha perspectiva de futuro, vivia isolada e at\u00e9 chegou a se mutilar e a ter pensamentos suicidas. A busca por um tratamento partiu da fam\u00edlia, principalmente da m\u00e3e, que estava muito preocupada. \u201cEu tinha at\u00e9 uma certa resist\u00eancia, porque eu estava muito mal, nunca tinha feito acompanhamento psicol\u00f3gico e, para mim, aceitar fazer o tratamento era dizer que eu estava muito mal e eu vivi em nega\u00e7\u00e3o com isso, que era depress\u00e3o\u201d, relembra a jovem que come\u00e7ou o acompanhamento no in\u00edcio de 2017.<\/p>\n<p>Marina tomou rem\u00e9dios por um ano. Atualmente est\u00e1 livre do medicamento e faz apenas tratamento com psic\u00f3logo. \u201cFoi um per\u00edodo muito, muito importante. Eu vejo toda a import\u00e2ncia desse acompanhamento para o meu processo de melhora, porque \u00e9 essencial mesmo, ter um profissional te acompanhando\u201d, acentua.<\/p>\n<p>Ao fazer um balan\u00e7o das causas que a levaram \u00e0 <strong>depress\u00e3o<\/strong>, Marina pontua que a press\u00e3o di\u00e1ria da faculdade e problemas no ambiente de trabalho faziam com que vivesse em constante ansiedade, fatores que serviram como gatilho para a crise. Mesmo com as dificuldades causadas pela doen\u00e7a, a estudante conta que a experi\u00eancia trouxe li\u00e7\u00f5es que a fizeram rever a pr\u00f3pria vida, mudar h\u00e1bitos e a entender os pontos que precisavam ser mudados.<\/p>\n<p>\u201cO processo depressivo pra mim foi muito dif\u00edcil, mas ao mesmo tempo me fez enxergar muita coisa. Me fez me conhecer. Antes da <strong>depress\u00e3o<\/strong> eu me negava a entrar em contato com aspectos emocionais mais dif\u00edceis. Fugia sobre falar disso e dos meus sentimentos, sobre o meu estado. A <strong>depress\u00e3o<\/strong> me fez, talvez, aprender a trabalhar um pouco mais com isso\u201d, conta a jovem, que chegou a trancar a faculdade de comunica\u00e7\u00e3o e abandonar o est\u00e1gio para se cuidar.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" title=\"Foto: Arquivo pessoal\" data-src=\"https:\/\/s3-sa-east-1.amazonaws.com\/agencia-radio-arb\/284\/content_marina.jpg\" alt=\"Foto: Arquivo pessoal\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><\/p>\n<p>Passada a pior fase, a estudante pede que as pessoas n\u00e3o se sintam responsabilizadas por estarem passando por esse tipo de situa\u00e7\u00e3o, pois a <strong>depress\u00e3o<\/strong> \u00e9 t\u00e3o comum como qualquer outra doen\u00e7a. \u201cPrimeiramente, temos que tirar o fator de culpa das coisas. Eu sentia que quando estava em crise muito forte eu me culpava muito por estar passando por aquilo e estar fazendo as pessoas que est\u00e3o perto de mim passarem por aquilo tamb\u00e9m. Acho que isso tem que ser retirado\u201d, desabafa.<\/p>\n<p>O apoio da fam\u00edlia, dos amigos e da religi\u00e3o foram fundamentais na recupera\u00e7\u00e3o. Para ela, \u00e9 preciso ter empatia e cuidado com quem tem <strong>depress\u00e3o<\/strong>. Al\u00e9m disso, incentiva quem est\u00e1 enfrentado a doen\u00e7a a n\u00e3o ficar isolado. \u201c\u00c9 momento de buscar uma rede de apoio, pessoas que voc\u00ea confia, pessoas que n\u00e3o te culpabilizam por estar passando por isso. E procure, aos poucos, coisas que v\u00e3o te reanimando. Por exemplo, se precisar abandonar algumas coisas, abandone, d\u00ea um tempo\u201d, aconselha.<br \/>\n<strong>3 \u2013 \u201cHoje me vejo mais disposta para tudo\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Para Anna Luisa de Carvalho, de 21 anos, os sintomas da <strong>depress\u00e3o<\/strong> surgiram no come\u00e7o de 2018, durante um interc\u00e2mbio na Fran\u00e7a. Ela percebeu que algo estava errado quando come\u00e7ou a n\u00e3o querer mais sair com os colegas, conhecer nenhum lugar e s\u00f3 queria ficar em casa. \u201cFui come\u00e7ar a perceber que tinha algo de errado quando comecei a me isolar dos meus amigos de antes, de n\u00e3o responder mensagem, de n\u00e3o querer ligar, n\u00e3o querer falar com os meus pais. Ali eu percebi que tinha alguma coisa errada\u201d, explica a estudante de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais.<\/p>\n<p>Logo em seguida, a jovem come\u00e7ou a apresentar os sintomas da ansiedade, como taquicardia e pensamentos confusos. Logo que voltou para o Brasil, Anna Luisa decidiu, por conta pr\u00f3pria, procurar ajuda. Atualmente, continua com os acompanhamentos psicol\u00f3gico e psiqui\u00e1trico. \u201cHoje, eu me vejo, com certeza, mais disposta para tudo, porque chega um ponto que voc\u00ea fica muito cansado, mas com o tratamento acaba passando e consegue fazer mais as suas coisas. Consigo me ver gostando de novo das coisas. Eu consigo ter mais perspectiva de futuro\u201d, comemora.<\/p>\n<p>A vontade de vencer a <strong>depress\u00e3o<\/strong> e a certeza de que, em algum momento, se recuperaria foram fundamentais no processo. \u201cEu via nessas pessoas [que tiveram <strong>depress\u00e3o<\/strong>] um pouco de motiva\u00e7\u00e3o e se elas conseguiram eu iria conseguir tamb\u00e9m, em algum momento. Pode demorar um tempo, tr\u00eas meses, cinco anos, mas ainda assim, uma hora vou sair disso\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de incentivar a busca pelo tratamento, Anna pede que as pessoas tenham paci\u00eancia e empatia com quem sofre com o transtorno. \u201cEstejam preparados para lidar com essas pessoas, porque \u00e9 complexo, \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o muito delicada\u201d, conclui.<\/p>\n<p><strong>A depress\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o \u00faltimo relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, divulgado em 2017, 11.548.577 pessoas sofrem de <strong>depress\u00e3o<\/strong> no Brasil. O n\u00famero corresponde a 5,8% do total da popula\u00e7\u00e3o. Para o Dr. Ant\u00f4nio Geraldo da Silva, ningu\u00e9m est\u00e1 livre de ter a doen\u00e7a, que possui alguns fatores desencadeadores para o seu aparecimento, desde o tipo de vida que o indiv\u00edduo leva, at\u00e9 os estresses di\u00e1rios. Entre os diversos fatores, o especialista chama a aten\u00e7\u00e3o para alguns sintomas.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o de 2 a 4 semanas apresentando uma tristeza intensa, falta de alegria, de prazer, falta de vontade, de interesse. Aumento de apetite ou diminui\u00e7\u00e3o do apetite, aumento ou diminui\u00e7\u00e3o do sono. Falta de fazer as coisas, tanto de trabalho ou lazer. Cai v\u00e1rias quest\u00f5es do corpo, como diminui\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, da libido, da capacidade de trabalho e de produ\u00e7\u00e3o, s\u00e3o as caracter\u00edsticas maiores do quadro de <strong>depress\u00e3o<\/strong>\u201d, explica.<\/p>\n<p>Alguns h\u00e1bitos s\u00e3o muito importantes para quem vive com a <strong>depress\u00e3o<\/strong> e tamb\u00e9m quer evitar a doen\u00e7a. De acordo com o psiquiatra, atividades f\u00edsicas regulares, hor\u00e1rios de dormir e acordar e alimenta\u00e7\u00e3o adequada s\u00e3o importantes no tratamento. \u201cQuando voc\u00ea tamb\u00e9m tem alimenta\u00e7\u00e3o adequada com frutas e verduras, voc\u00ea tem os precursores para fazer as catecolaminas internas. Ent\u00e3o, boa alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 importante. E boa conviv\u00eancia. E evitar os fatores desencadeadores estimulantes, como cafe\u00edna, nicotina, \u00e1lcool e outras drogas\u201d, recomenda.<\/p>\n<p><strong>Como lidar com as pessoas que convivem com a depress\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Marcos Vin\u00edcius, psic\u00f3logo cl\u00ednico graduando pela Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia (UCB), explica que, quando se trata da <strong>depress\u00e3o<\/strong>, a primeira coisa \u00e9 entender que n\u00e3o se trata de frescura e que as pessoas n\u00e3o querem chamar aten\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma doen\u00e7a que tem tratamento, por isso \u00e9 importante dar apoio e incentivar a procura por profissionais especializados.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, alerta para os cuidados que se deve ter com os indiv\u00edduos que sofrem com a <strong>depress\u00e3o<\/strong>, pois muitas vezes, na tentativa de ajudar pode-se piorar o quadro cl\u00ednico. \u201cEu sempre digo que a primeira coisa a se fazer \u00e9 acolher essa pessoa e escutar sem julgamentos, nunca fazer censuras, mas pelo contr\u00e1rio, mostrar a essa pessoa que voc\u00ea a valoriza. \u00c9 fundamental entender e aceitar que existe, sim, um problema e que precisa dar devida aten\u00e7\u00e3o a isso\u201d, ressalta o profissional.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea sofre ou conhece algu\u00e9m que est\u00e1 passando por esse tipo de transtorno, busque ajuda o mais rapidamente poss\u00edvel. Para isso, tamb\u00e9m existe o Centro de Valoriza\u00e7\u00e3o da Vida (CVV), que trabalha com apoio emocional e preven\u00e7\u00e3o ao suic\u00eddio. Basta ligar para o 188 de qualquer lugar do Brasil, que volunt\u00e1rios estar\u00e3o dispon\u00edveis 24 horas por dia para o atendimento. O servi\u00e7o \u00e9 gratuito e a pessoa n\u00e3o precisa se identificar.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia do R\u00e1dio Mais<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Ap\u00f3s passarem por per\u00edodos dif\u00edceis, jovens mostram que \u00e9 poss\u00edvel tratar a doen\u00e7a e incentivam a procura por ajuda.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":23917,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[5124,5123,5125],"class_list":["post-23916","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil","tag-agencia-do-radio-mais","tag-depressao","tag-taina-ferreira"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23916","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23916"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23916\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/23917"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23916"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23916"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23916"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}