{"id":32047,"date":"2021-06-18T08:20:01","date_gmt":"2021-06-18T12:20:01","guid":{"rendered":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/?p=32047"},"modified":"2021-06-18T08:20:01","modified_gmt":"2021-06-18T12:20:01","slug":"maioria-dos-que-sobrevivem-a-covid-grave-tem-sintomas-prolongados-da-doenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/2021\/06\/18\/maioria-dos-que-sobrevivem-a-covid-grave-tem-sintomas-prolongados-da-doenca\/","title":{"rendered":"Maioria dos que sobrevivem \u00e0 covid grave tem sintomas prolongados da doen\u00e7a"},"content":{"rendered":"<h2>Pesquisadores do Brasil e dos EUA divulgaram resultados preliminares de estudos sobre a sa\u00fade mental e a qualidade de vida desses sobreviventes seis meses ap\u00f3s a alta hospitalar.<\/h2>\n<article id=\"post-73165\" class=\"post-73165 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-featured category-psicologia category-saude tag-aguda tag-angina tag-ansiedade tag-cansaco tag-carolina-lucas tag-catherine-hough tag-citocina tag-concentracao tag-corpo tag-covid tag-covid-19 tag-depressao tag-dispneia tag-dor tag-estresse-pos-traumatico tag-faculdade-de-medicina tag-fapesp tag-geraldo-busatto tag-hc tag-hc-fm-usp tag-hospital-moinho-de-vento tag-insonia tag-interferon tag-laboratorio-akiko-iwasaki tag-laboratorio-de-neuroimagem-em-psiquiatria tag-lim21 tag-longa tag-luiz-eugenio-mello tag-memoria tag-mortalidade tag-nature tag-oregon-health-science-university tag-peito tag-psiquiatrico tag-re-hospitalizacao tag-regis-goulart-rosa tag-transtorno tag-universidade-de-sao-paulo tag-usp tag-ventilacao-mecanica tag-yale-school-of-medicine autor-maria-fernanda-ziegler-agencia-fapesp\">\n<div class=\"td-post-content\">\n<p>Revista Planeta &#8211; A maioria dos pacientes que sobrevivem \u00e0 forma grave da <strong><a href=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/o-que-se-sabe-sobre-a-covid-19-ate-agora\/\">covid-19<\/a><\/strong>\u00a0tende a apresentar sintomas prolongados ou sequelas da doen\u00e7a, condi\u00e7\u00e3o que tem sido chamada de covid longa ou subaguda. \u00c9 o que apontam dados preliminares de estudos que est\u00e3o monitorando fatores como sa\u00fade mental, qualidade de vida, reabilita\u00e7\u00e3o f\u00edsica, financeira e cognitiva dessas pessoas.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 mais de um ano sofremos as consequ\u00eancias da pandemia de covid-19. Com o tempo, fomos percebendo que, para al\u00e9m de problemas relacionados \u00e0 transmiss\u00e3o, infec\u00e7\u00e3o e mortes, a covid-19 pode trazer consequ\u00eancias de longo prazo para pacientes. Como essas implica\u00e7\u00f5es ainda n\u00e3o est\u00e3o completamente entendidas pelos cientistas, \u00e9 muito importante estimular a troca de conhecimento e de experi\u00eancias entre pesquisadores de todo o mundo\u201d, disse Luiz Eug\u00eanio Mello, diretor cient\u00edfico da Fapesp, na abertura do semin\u00e1rio on-line \u201c<strong><a href=\"https:\/\/covid19.fapesp.br\/covid-19-longa-e-sub-aguda\/545\">Long and post-acute Covid-19<\/a><\/strong>\u201d, realizado no in\u00edcio de junho. O evento integra a s\u00e9rie\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/covid19.fapesp.br\/webinars\">Fapesp Covid-19 Research Webinars<\/a><\/strong>, organizada com apoio do Global Research Council (GRC).<\/p>\n<div>\n<div id=\"denakop-ad-979435762455959\" data-google-query-id=\"CILe7_STofECFbkxuQYdV1gLuw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21715141650\/desktop_intext_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>No evento, cientistas do Brasil e dos Estados Unidos apresentaram resultados preliminares de estudos que est\u00e3o desenvolvendo a respeito do impacto prolongado da covid-19.<\/p>\n<h6><strong>Monitoramento<\/strong><\/h6>\n<p>No Brasil, 882 pacientes que estiveram internados no Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (HC-FM-USP) est\u00e3o tendo aspectos da vida p\u00f3s-covid monitorados por pesquisadores. O objetivo \u00e9 aprofundar o entendimento sobre a presen\u00e7a de sintomas da doen\u00e7a seis meses ap\u00f3s a alta hospitalar. Todos os participantes do estudo tiveram a forma grave da doen\u00e7a. Dois ter\u00e7os deles precisaram de atendimento em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).<\/p>\n<div class=\"piepiQe2\">\n<div class=\"clearfix\"><\/div>\n<div id=\"admateria2\" data-google-query-id=\"CLal0vCTofECFZcDuQYdDaMCwQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/22452847\/Planeta_Internas_5__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Com seis meses de an\u00e1lise, os pesquisadores observaram que \u00e9 alta a ocorr\u00eancia de sintomas ap\u00f3s a alta hospitalar. Do total de pesquisados, 89,3% apresentaram sintomas persistentes, como cansa\u00e7o, dores pelo corpo e dispneia. Al\u00e9m disso, 58,7% relataram pelo menos um\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/covid-19-tempos-de-incerteza-testam-a-saude-mental\/\">sintoma emocional ou cognitivo<\/a><\/strong>. Entre eles est\u00e3o perda de mem\u00f3ria (42%), ins\u00f4nia (33%), concentra\u00e7\u00e3o prejudicada (31%), ansiedade (28%) e depress\u00e3o (22%).<\/p>\n<p>\u201cEsses sintomas est\u00e3o todos inter-relacionados. Em outras palavras, o que verificamos \u00e9 que uma pessoa que reclama de perda de mem\u00f3ria tamb\u00e9m relata ins\u00f4nia, ansiedade e depress\u00e3o. \u00c9 importante destacar que esses resultados foram ajustados em rela\u00e7\u00e3o aos sintomas apresentados antes de as pessoas terem covid-19\u201d, afirmou Geraldo Busatto, coordenador do Laborat\u00f3rio de Neuroimagem em Psiquiatria (LIM21) do HC-FM-USP e coordenador do estudo.<\/p>\n<h6><strong>Transtornos psiqui\u00e1tricos<\/strong><\/h6>\n<p>Busatto explica que, durante o estudo, foram realizadas entrevistas estruturadas com os pacientes. Isso permitiu aos pesquisadores categorizar diagn\u00f3sticos de transtornos psiqui\u00e1tricos.<\/p>\n<div class=\"Mu3JRELD\">\n<div class=\"clearfix\"><\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cH\u00e1 uma variedade de transtornos entre esses pacientes e um \u00edndice similar de <strong><a href=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/covid-19-e-sobreviventes-do-holocausto-os-impactos-sobre-a-psique\/\">estresse p\u00f3s-traum\u00e1tico<\/a><\/strong>\u00a0(13,65%) em rela\u00e7\u00e3o aos dados dispon\u00edveis sobre a popula\u00e7\u00e3o em geral. No entanto, encontramos \u00edndices altos de alucina\u00e7\u00f5es (8,71%) e del\u00edrios (6,35%)\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi pedido que os participantes realizassem tarefas cognitivas. \u201cEm compara\u00e7\u00e3o com a m\u00e9dia brasileira, esses pacientes tiveram um resultado pior. Isso ocorreu especialmente entre os que tinham entre 60 e 75 anos. J\u00e1 nos testes que analisaram flu\u00eancia verbal, n\u00e3o houve diferen\u00e7a entre os pacientes e a popula\u00e7\u00e3o brasileira em geral. Isso mostra que, provavelmente, o d\u00e9ficit causado pela covid-19 n\u00e3o \u00e9 uniforme. Algumas \u00e1reas da cogni\u00e7\u00e3o devem apresentar mais d\u00e9ficits que outras\u201d, disse Busatto.<\/p>\n<h6><strong>Qualidade de vida p\u00f3s-covid<\/strong><\/h6>\n<p>Outro estudo que tamb\u00e9m est\u00e1 sendo realizado no Brasil e que envolve mais de 55 centros de pesquisa pretende investigar as consequ\u00eancias de longo prazo da covid-19 na qualidade de vida de cerca de mil indiv\u00edduos adultos que foram hospitalizados.<\/p>\n<p>\u201cOs dados preliminares mostram que, seis meses ap\u00f3s a alta hospitalar, a mortalidade \u00e9 alta (6,9%), e a re-hospitaliza\u00e7\u00e3o, comum (16%). Entre os pacientes que fizeram uso de ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, esses dados s\u00e3o maiores: 24% morreram seis meses depois da alta hospitalar, ante 2% dos que n\u00e3o precisaram de ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 re-hospitaliza\u00e7\u00e3o, ela foi de 40% ante 10% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica. S\u00e3o diferen\u00e7as estat\u00edsticas significativas, mesmo ap\u00f3s o ajuste de covariantes como idade e comorbidades\u201d, contou Regis Goulart Rosa, m\u00e9dico intensivista do Hospital Moinho de Vento em Porto Alegre (RS) e um dos coordenadores do estudo.<\/p>\n<div>\n<div id=\"denakop-ad-309500560471953\" data-google-query-id=\"CIaunvWTofECFdYJuQYdblICZw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21715141650\/desktop_intext_2__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Foi\u00a0observada\u00a0ainda perda de fun\u00e7\u00f5es f\u00edsicas importantes para a realiza\u00e7\u00e3o de atividades do dia a dia. \u201cHouve piora acentuada nos primeiros tr\u00eas meses, apresentando relativa melhora at\u00e9 o sexto. No entanto, entre os pacientes que utilizaram ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, mesmo ap\u00f3s seis meses de alta, eles ainda n\u00e3o tinham atingido os mesmos patamares de antes da covid-19\u201d, afirmou Rosa.<\/p>\n<div class=\"BnSvc8ps\">\n<div class=\"clearfix\"><\/div>\n<div id=\"admateria3\" data-google-query-id=\"CLjy9_CTofECFZ4GuQYdoQ8NDA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/22452847\/Planeta_Internas_6__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Um estudo semelhante, realizado com pacientes norte-americanos, vai monitorar por seis meses 1.500 sobreviventes da covid-19. O intuito \u00e9 acompanhar varia\u00e7\u00f5es na sa\u00fade cardiopulmonar e mental, bem como quest\u00f5es socioecon\u00f4micas.<\/p>\n<h6><strong>Sem aux\u00edlio<\/strong><\/h6>\n<p>Os dados de 253 pacientes coletados um m\u00eas ap\u00f3s a alta hospitalar mostram que 54,9% apresentavam algum sintoma cardiopulmonar. Entre os pesquisados, 15,9% continuavam a precisar de suplementa\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio em suas resid\u00eancias. Ainda de acordo com a pesquisa, os pacientes tamb\u00e9m apresentavam sintomas como tosse (23%), falta de ar antes de dormir (13,4%), batimentos card\u00edacos irregulares ou acelerados (19,1%) e dor no peito, cansa\u00e7o ou angina (11,3%).<\/p>\n<p>\u201cUma descoberta preocupante est\u00e1 no fato de que muitos dos pacientes que apresentam alguma dessas dificuldades retornam para suas casas sem nenhum aux\u00edlio para lidar com esses novos problemas. Isso se soma ao aspecto destacado na pesquisa de que 53% dos respondentes tiveram suas finan\u00e7as drenadas ap\u00f3s a hospitaliza\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, 38% tiveram que pedir ajuda para que parentes cuidassem deles e 20% tiveram que mudar de trabalho. H\u00e1 um impacto socioecon\u00f4mico da covid-19 e tamb\u00e9m da covid longa\u201d, disse Catherine Hough, que coordena o estudo realizado na Oregon Health &amp; Science University.<\/p>\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o da covid-19 pode ser lenta para muitos pacientes. O estudo realizado nos Estados Unidos mostrou que 85% dos pacientes ainda n\u00e3o tinham se restabelecido completamente um m\u00eas depois da alta hospitalar. Do total, 65% apresentavam alguma incapacidade e 63% tinham algum problema cognitivo significativo. \u201cAo analisarmos os mesmos dados tr\u00eas meses ap\u00f3s a alta dos pacientes, observamos pouca mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a esses sintomas: 75% dos pacientes ainda n\u00e3o tinham se restabelecido completamente, 60% apresentavam alguma incapacidade e 54% apresentavam algum problema cognitivo significativo.\u201d<\/p>\n<div class=\"lyJRpsJW\">\n<div class=\"clearfix\"><\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<p>Hough ressaltou que os estudos sobre a covid longa precisam considerar doen\u00e7as e outros problemas de sa\u00fade que j\u00e1 estavam presentes antes da infec\u00e7\u00e3o pelo SARS-CoV-2. O v\u00edrus, segundo a pesquisadora, \u201cpode ser um amplificador de problemas anteriores\u201d.<\/p>\n<h6><strong>Quebra-cabe\u00e7a<\/strong><\/h6>\n<p>Os mecanismos imunol\u00f3gicos que levam a essa varia\u00e7\u00e3o de sintomas e sequelas p\u00f3s-covid tamb\u00e9m est\u00e3o sendo pesquisados. \u201cH\u00e1 uma varia\u00e7\u00e3o grande na forma como o sistema imunol\u00f3gico humano monta uma defesa contra o coronav\u00edrus. Por isso, temos essa multiplicidade de progn\u00f3sticos: assintom\u00e1tico, leve, moderada, ou covid-19 severa. Da mesma forma, sabemos que, enquanto algumas pessoas v\u00e3o apresentar apenas a vers\u00e3o aguda da doen\u00e7a, outras ter\u00e3o uma vers\u00e3o mais prolongada, com sintomas e sequelas que poder\u00e3o perdurar por meses\u201d, explicou Carolina Lucas, pesquisadora do laborat\u00f3rio Akiko Iwasaki, na Yale School of Medicine nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Em um estudo publicado na revista\u00a0<em>Nature<\/em>, Lucas identificou quatro assinaturas imunol\u00f3gicas preditoras, que seriam capazes de distinguir e prever a trajet\u00f3ria da doen\u00e7a em cada paciente ao investigar par\u00e2metros imunol\u00f3gicos e cl\u00ednicos de 113 pacientes, entre casos moderados (fora da UTI) e casos graves (na UTI), ao longo de at\u00e9 53 dias ap\u00f3s o aparecimento de sintomas.<\/p>\n<div class=\"O0JqPZz3\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<p>O grupo de pesquisadores observou que, entre os pacientes com doen\u00e7a moderada que se recuperaram, havia ainda uma maior abund\u00e2ncia das prote\u00ednas envolvidas na cura e no reparo do tecido. No entanto, naqueles com a forma agravada da doen\u00e7a, as\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/covid-19-revelado-mecanismo-que-deflagra-tempestade-de-citocinas\/\">citocinas<\/a><\/strong>\u00a0eram mais misturadas. Elas apareciam em combina\u00e7\u00f5es que s\u00e3o incomuns para infec\u00e7\u00e3o viral. Mais pessoas morreram nesse grupo.<\/p>\n<h6><strong>Quantidades de citocinas<\/strong><\/h6>\n<p>H\u00e1, ainda, uma quest\u00e3o de\u00a0<em>timing<\/em>. Os resultados das an\u00e1lises indicaram que os pacientes em estado grave n\u00e3o conseguiram controlar a carga viral ao longo do tempo. Eles tamb\u00e9m apresentavam n\u00edveis mais elevados de interferon, uma classe de prote\u00ednas produzidas por c\u00e9lulas de defesa para combater pat\u00f3genos.<\/p>\n<p>Outro aspecto identificado pelos pesquisadores est\u00e1 na correla\u00e7\u00e3o entre a carga viral e as quantidades de citocinas envolvidas nas fun\u00e7\u00f5es antivirais, independentemente da gravidade da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A \u00edntegra do webin\u00e1rio pode ser acessada em:\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/covid19.fapesp.br\/covid-19-longa-e-sub-aguda\/545\">https:\/\/covid19.fapesp.br\/covid-19-longa-e-sub-aguda\/545<\/a><\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<\/article>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Pesquisadores do Brasil e dos EUA divulgaram resultados preliminares de estudos sobre a sa\u00fade mental e a qualidade de vida desses sobreviventes seis meses ap\u00f3s a alta hospitalar.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":32048,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-32047","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32047","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32047"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32047\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32048"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32047"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32047"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32047"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}