{"id":38681,"date":"2025-01-28T08:04:08","date_gmt":"2025-01-28T12:04:08","guid":{"rendered":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/?p=38681"},"modified":"2025-01-28T08:04:08","modified_gmt":"2025-01-28T12:04:08","slug":"super-sobreviventes-a-um-cancer-agressivo-sao-estudados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/2025\/01\/28\/super-sobreviventes-a-um-cancer-agressivo-sao-estudados\/","title":{"rendered":"Super-sobreviventes a um c\u00e2ncer agressivo s\u00e3o estudados"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"2\">\n<h4 class=\"content-head__subtitle\">Estudo internacional analisa dados de pacientes para encontrar a resposta e desenvolver novos e melhores tratamentos.<\/h4>\n<p class=\" content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\"><strong>O Globo\/Rio &#8211;<\/strong> Um amplo estudo internacional busca responder uma pergunta que intriga diversos cientistas que estudam os tumores: por que algumas pessoas com tipos agressivos de <a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/tudo-sobre\/assunto\/cancer\" data-mrf-link=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/tudo-sobre\/assunto\/cancer\">c\u00e2ncer<\/a>\u00a0contrariam as estimativas e conseguem sobreviver por mais tempo? O trabalho \u00e9 liderado pela empresa francesa Cure51, que analisar\u00e1 amostras de mais de mil pacientes oncol\u00f3gicos que comp\u00f5em os 3% conhecidos como \u201csuper-sobreviventes\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"29\" data-block-id=\"3\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"37\" data-block-id=\"4\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">De acordo com a Cure51, o objetivo \u00e9 identificar os fatores biol\u00f3gicos que explicam a \u201csobreviv\u00eancia excepcional\u201d entre esses indiv\u00edduos e, posteriormente, descobrir novos alvos terap\u00eauticos que possam levar a melhores tratamentos, com maiores perspectivas de cura.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"31\" data-block-id=\"5\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Para isso, o foco do estudo \u00e9 em tr\u00eas tipos de c\u00e2ncer agressivos: c\u00e2ncer de pulm\u00e3o de pequenas c\u00e9lulas em est\u00e1gio avan\u00e7ado, glioblastoma de c\u00e2ncer cerebral e adenocarcinoma ductal pancre\u00e1tico metast\u00e1tico.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"72\" data-block-id=\"6\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\u2014 N\u00e3o esperamos que as pessoas com esses tipos de c\u00e2ncer vivam al\u00e9m de dois ou tr\u00eas anos, mas cerca de 3 a 5% delas vivem. Sempre ficamos intrigados com o fato de essas pessoas estarem vivas. H\u00e1 algo no tumor ou na gen\u00e9tica delas que realmente facilita o combate a esse c\u00e2ncer? \u2014 disse o oncologista consultor da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, Thankamma Ajithkumar, ao jornal brit\u00e2nico The Guardian.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"20\" data-block-id=\"7\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"49\" data-block-id=\"8\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">A institui\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das oito do Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade brit\u00e2nico (NHS) que receberam o sinal verde para se juntar ao estudo Rosalind, como \u00e9 chamada a pesquisa, nesta segunda-feira. O trabalho, que j\u00e1 teve in\u00edcio em outras partes da Europa, re\u00fane especialistas de dezenas de centros internacionais.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"48\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Para integrar as informa\u00e7\u00f5es coletadas em cada local, a Cure51 desenvolveu um centro de dados que analisa as caracter\u00edsticas biol\u00f3gicas dos \u201csuper-sobreviventes\u201d, como o DNA dos tumores, as prote\u00ednas circulantes na corrente sangu\u00ednea e outros biomarcadores moleculares que forne\u00e7am pistas sobre o porqu\u00ea de eles terem essa habilidade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"62\" data-block-id=\"10\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\u201cNa Cure51, estamos fazendo engenharia reversa para a cura do c\u00e2ncer. Aproveitando a tecnologia, os dados e a nossa equipe dedicada de bi\u00f3logos computacionais, pretendemos descobrir a biologia oculta dos sobreviventes milagrosos para desenvolver terapias que possam um dia tornar o c\u00e2ncer uma doen\u00e7a control\u00e1vel para todos\u201d, explica Simon Istolainen, diretor de estrat\u00e9gia e rede cient\u00edfica e cofundador da empresa, em comunicado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"12\" data-block-id=\"11\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"44\" data-block-id=\"12\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Para a gerente de engajamento cient\u00edfico da Cancer Research UK, Hattie Brooks, a iniciativa \u00e9 importante: \u201cEntender por que os tratamentos podem afetar de forma diferente as pessoas com o mesmo tipo de c\u00e2ncer \u00e9 importante se quisermos desenvolver formas mais eficazes de combat\u00ea-lo\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"13\">\n<div id=\"banner_materia2\" class=\"tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload\" data-id=\"banner_materia2\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/85042905\/info.web.oglobo\/saude\/materia_5__container__\">O estudo ainda est\u00e1 em est\u00e1gio inicial de recrutamento dos \u201csuper-sobreviventes\u201d para, depois, coletar e analisar seus dados. Ainda assim, Hattie afirma que a perspectiva a longo prazo \u00e9 que os resultados levem a um cen\u00e1rio de melhores alternativas para um grupo de pacientes que hoje sofre com a falta de terapias eficazes:<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"52\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\u201cIsso pode permitir que os m\u00e9dicos desenvolvam novas terapias com maior probabilidade de funcionar para pessoas com esses tipos de c\u00e2ncer mais dif\u00edceis de tratar, que atualmente t\u00eam menos op\u00e7\u00f5es. Estudos como esse s\u00e3o especialmente bem-vindos em c\u00e2nceres nos quais menos pessoas est\u00e3o sobrevivendo por pelo menos 10 anos\u201d, continua em nota.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Segundo a Sociedade Nacional de C\u00e2ncer Cerebral dos Estados Unidos, por exemplo, a sobrevida de pacientes com glioblastoma \u00e9 de apenas oito meses ap\u00f3s o diagn\u00f3stico. J\u00e1 para o c\u00e2ncer de pulm\u00e3o de pequenas c\u00e9lulas em est\u00e1gio avan\u00e7ado, a Sociedade Canadense do C\u00e2ncer diz que o indiv\u00edduo geralmente vive de 7 a 11 meses ap\u00f3s descobrir a doen\u00e7a.<\/p>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"multicontent\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"view\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"29\" data-block-id=\"17\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Em rela\u00e7\u00e3o ao adenocarcinoma ductal pancre\u00e1tico metast\u00e1tico, a sobrevida dura, em m\u00e9dia, de 8 a 11 meses, de acordo com os Institutos Nacionais de Sa\u00fade dos Estados Unidos (NIH).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Estudo internacional analisa dados de pacientes para encontrar a resposta e desenvolver novos e melhores tratamentos.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":38682,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[120,2485,8122],"class_list":["post-38681","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil","tag-cancer","tag-estudo","tag-super-sobreviventes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38681","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38681"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38681\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38683,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38681\/revisions\/38683"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38682"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38681"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38681"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaderondonianews.com\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38681"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}