Investigado no Itamaraty por assédio moral e sexual no consulado-geral em Sidney (Austrália), o embaixador Américo Fontenelle foi à chancelaria em Brasília na segunda (22) em busca de uma “saída honrosa” para o escândalo que envolve seu adjunto César Cidade, denunciado na Coluna Cláudio Humberto em fevereiro: uma nova função no Brasil ou novo posto no exterior. Poderá ser “punido” com a aposentadoria, se prevalecer o poder que alardeia no Itamaraty.
‘Surto’
Diplomatas que acompanham o caso em Brasília acreditam que Fontenelle “surtou”, dadas as evidências acumuladas contra ele.
Filme de terror
A sindicância foi aberta em maio, com depoimentos quase sempre assustadores dos funcionários em Sidney – entre eles uma grávida.
Enviado por Cláudio Humberto
Prestígio
Fontenelle se diz “amigo” do ex-ministro José Dirceu, condenado no mensalão, que o teria indicado ao posto no início do governo Dilma.
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