Morre aos 53 anos de Covid-19 o empresário ji-paranaense Lúcio Pezão

Pezão chegou a Ji-Paraná aos nove anos de idade e, desde de pequeno, se tornou alguém popular também por conta do futebol.

Da redação/Roberto Gutierrez – Morreu por volta da uma hora da madrugada de hoje, vitima da Covid-19, o empresário Lúcio Martins Fontes, o Pezão, da loja Pezão Tintas. Ele havia dado entrada no HCR, de Ji-Paraná no último dia oito, uma terça-feira, e apresentava apenas um quadro de tosse.

“Não tinha mais nada além da tosse, tanto que ficou em observação em uma suite”, comentou a esposa Sandra, ao conceder entrevista à Folha de Rondônia News.

Dois dias depois o quadro do Pezão se agravara e ele subira da suite para a UTI. Cinco dias depois, o ex-atleta Pesão não resistiu às complicações do vírus traiçoeiro e morreu.

Frustração
Os amigos de adolescência e dos tempos em que Lúcio Pezão era atleta de futsal ,não puderam se despedir do amigo. Em razão do protocolo de segurança, em razão, inclusive, da hora da morte, sequer pode ser feito um velório. Pezão deixa esposa e um casal de filhos.

Pioneiro

Natural de Iturama, Minas Gerais, Pezão tinha 53 anos de idade. Ele chegou com os pais a Ji-Paraná aos nove anos de idade, em 1977. De família numerosa, oito irmãos, Pezão já não tinha mais o pai e a mãe.

Lúcio Pezão, desde de criança, vivia nos campinhos de futebol e nas quadras de esporte de onde estudava. Era muito popular entre a garotada. Tornou-se um grande jogador de futsal ao lado de Cebola, Gessinho e do goleiro Arapongas, de quem era grande amigo.

Maturidade

Na atualidade, a vida de desportista deu lugar ao Lúcio empresário, casado, pai de família e, o esporte, tornava-se uma saudável mania de fins de semana, no entanto, sua grande paixão estava na pescaria, que reunia um grupo de muita gente que adorava contar uma boa história de pescador.

A morte do empresário Pezão tornou-se um dos assuntos mais comentados e lamentados nas redes sociais na região central de Rondônia.

A Folha de Rondônia News, por intermédio do seu editor, Roberto Gutierrez, lamenta a morte de um amigo e grande homem que, em vida, só semeou boas amizades e se fez alguém de ações preponderantes para o dia a dia de Ji-Paraná.

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