Ji-paranaense nato está à frente da comunicação do prefeito Isaú

Natalino Júnior
Natalino Júnior ao lado de João Vilhena, um dos mais velhos jornalistas de Rondônia.

Neto de Soldado da Borracha nascido na Vila de Rondônia é o personagem que comanda a comunicação da prefeitura.

Pela primeira vez o cargo de assessor de comunicação prefeitura de Ji-Paraná é ocupado por um ji-paranaense nato. Trata-se de Natalino Júnior,  neto de Soldado da Borracha que se tornou grande comunicador do rádio e da televisão que recebeu convite do prefeito Isaú Fonseca para esse desafio. Nascido na Vila de Rondônia há 47 anos, cujos avós chegaram neste pedaço de Brasil no período da Segunda Guerra Mundial, Natalino Júnior, é o que podemos chamar de filho da terra, cujas raízes da família remontam à colonização nordestina – uma epopeia que entrou para a história.

“Agradeço a sensibilidade e a confiança em mim depositada pelo prefeito Isaú Fonseca, cujo projeto que tem para Ji-Paraná soma-se às raízes daqueles que sonham com um município cada vez melhor”, comentou Natalino.

Trajetória

Em 1988 Natalino ingressou no rádio e para TV. “Na televisão comecei a atuar também na assessoria parlamentar e marketing digital. Dividindo-se entre um e outro, segui trilhando caminhos entre os diferentes veículos de comunicação de Ji-Paraná.

Jornalista e tecnólogo em marketing, formado pela Universidade Santo Amaro (Unisa), Natalino é atualidade um dos mais respeitados profissionais de comunicação de Rondônia.
O segredo, explica o Assessor de Comunicação Social, “é ter proatividade e estar sempre com informações disponíveis. No mundo em constante transformação, onde é possível captar e transmitir informações a partir de um dispositivo móvel,  o jornalista cumpre o papel fundamental de conferir, checar, averiguar e transmitir as notícias da forma mais verdadeira”, comentou.
“No geral, eu sinto e posso atestar que, por ser um ambiente com muito egoísmo, redobra o desafio de se firmar, de mostrar que temos capacidade e que estamos ali como profissionais – independente da origem. Você mostra o trabalho, mostra seu potencial. Mas ainda assim, acaba sofrendo preconceito velado, por ser filho daqui”, desabafou Natalino.

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