Pesquisa Phoenix/Madeirão para governo de Rondônia

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HUMOR E APREENSÃO: DISCURSO DE IVO CASSOL GERA PIADAS E AO MESMO TEMPO PREOCUPAÇÃO

Pronunciamento de Cassol vira alvo de piada

Brincando ou levando a sério, Ivo Cassol vai sobrevivendo

Brincando ou levando a sério, Ivo Cassol vai sobrevivendo

(Mais Rondônia) No discurso onde anunciou que estaria se licenciado do mandato no Senado para se dedicar à campanha eleitoral, o senador Ivo Cassol (PP-RO) teria novamente metido os pés pelas mãos. Na certa, mais uma vez os senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Acir Gurgacz (PDT-RO) foram alvo de brincadeiras dos colegas devido a um pronunciamento de Cassol.
O que mais teria causados risos nos senadores foi a frase afirmando que a irmã Jaqueline tem no sangue o DNA dos Cassol. Senadores teriam aberto um sorriso muito maior nesta frase do que no momento em que ele afirmou que Jaqueline é o “Ivo Cassol de saia”. Teria passado a impressão de que para fazer uma boa administração é necessário ter o DNA dos Cassol.
É claro que os adversários deitaram e rolaram em cima das declarações. Começaram uma série de considerações, afirmando, por exemplo, que ao citar que a irmã tem o DNA dos Cassol, o senador licenciado estaria querendo dizer que ela tem disposição para trabalhar. Não estava nem pensando nos diversos processos aos quais ele responde, nem nas condenações na Justiça.
Teria sido melhor se Ivo Cassol tivesse detalhado mais, explicando o que passava pela sua cabeça naquele momento. Os adversários políticos, é claro, só pensavam nas acusações feitas ao senador pelo Ministério Público. Nesse sentido não é bom falar em DNA.
Outro ponto que teria arrancado risos é quando Ivo Cassol fala de seu primeiro mandato como governador. Cassol disse que eram contra ele 21 dos 24 deputados estaduais, os oito deputados federais e os três senadores. Dos 32 parlamentares, pelo jeito, nenhum prestava. Os bons seriam Ivo e mais três, contra 32 ruins.
A comparação não é nada boa, porque é de se esperar que a maioria tenha razão. Pode haver casos em que um pouco menos da maioria tenha razão. Mas é difícil convencer alguém de inteligência mediana que 32 dos 35 parlamentares estejam errados e que um governador esteja certo.
Em outras palavras, em Rondônia havia um bando de tapados misturados com corruptos, todos eles errados, e que havia um governador que estava certo. Para alguns dos senadores que acompanharam o discurso de Ivo Cassol teria restado sorrir, enquanto esperavam o fim da sessão para tirar umas brincadeiras com Raupp e Acir.
No senado, quem menos corre, voa. Lá estão grandes políticos brasileiros, por isso a peneira é fina. Discursos como o de Ivo Cassol correm o risco de virar piada, principalmente quando alguém que no próprio discurso admite ter problemas para ser candidato diz que um candidato tem o seu DNA. Um discurso assim pega mal para Rondônia.

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TRE cassa mandato de deputado federal por compra de votos e gastos ilícitos

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Mato Grosso cassou, nesta terça-feira (22), o mandato do deputado federal Júlio Campos (DEM) por compra de votos e arrecadação e gastos ilícitos de recursos nas eleições de 2010, quando disputou uma vaga na Câmara.

Foram quatro votos favoráveis à cassação e um contrário. Relator da ação movida pelo Ministério Público (MP), o juiz José Blaszak votou pela cassação.

De acordo com a ação, o então candidato Júlio Campos distribuiu vales para que eleitores fizessem compras em supermercado e abastecessem veículos em um posto e usou suas empresas para arrecadar e oferecer benesses como se fossem pagamentos efetuados a empregados e colaboradores.

A representação foi formulada pelo MP em 2010 e julgada só hoje. O mandato parlamentar de Júlio Campos vai terminar em janeiro de 2015. Ele já tinha anunciado que não pretendia continuar na carreira política. Mesmo assim, a defesa informou que vai recorrer contra a cassação — enquanto houver possibilidade de recurso, a sentença proferida em primeira instância não pode ser cumprida.

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Dos 513 deputados federais, 399 disputam reeleição

deputadosf2Dos 513 deputados federais, 399 (77,78% da composição atual da Câmara) vão concorrer à reeleição em outubro deste ano. Dos 114 restantes, 37 (7,21%) não disputarão nenhum cargo e 77 (15%) concorrerão a outros cargos.  Os dados foram divulgados pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

De acordo com o levamento, dos 77 que almejam outros cargos, 21 querem se tornar vice-governadores, 21 disputarão cadeira no Senado, 19 preferem ser deputados estaduais, dez pretendem ser governadores e seis são candidatos a suplente de senador.

Ainda segundo o Diap,  a renovação pode ser de 22,22%, se todos que tentam a reeleição conseguirem outro mandato de deputado. Em 2010, o índice de renovação foi de 45%.

A estimativa do Diap é que a renovação da Câmara em 2014 ultrapasse a média histórica, superando os 50% da composição da Casa. Veja abaixo a lista dos deputados e respectivas candidaturas de Rondônia:

Parlamentar Partido UF Profissão Candidatura
Marcos Rogério PDT RO Loucutor e Comentárista de Rádio e TV, Radialista e Comunicador Reeleição
Amir Lando PMDB RO Advogado Reeleição
Marinha Raupp PMDB RO Psicóloga, Técnica Em Assuntos Educacionais, Professora e Servidora Pública Reeleição
Carlos Magno PP RO Técnico em Agropecuária Vice-governador
Moreira Mendes PSD RO Advogado, Agropecuarista Senador
Padre Ton PT RO Padre Governador
Anselmo de Jesus PT RO Agricultor Reeleição
Nilton Capixaba PTB RO Empresário Reeleição
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No Senado, somente dez vão tentar reeleição

12 senadores não disputarão nenhum cargo e os outros querem se tornar deputados federais, deputado estadual, vice-governador e até suplente de senador, segundo levantamento do Diap. Veja a lista completa.

Acir Gurgacz é o único senador de Rondônia à reelieção

Dos 27 senadores que poderão exercer seus mandatos até janeiro de 2015, somente dez (37,04%) vão tentar a reeleição em outubro próximo. Dos 17 restantes, 12 (44,44%) não vão concorrer a nenhum cargo, dois querem vaga na Câmara dos Deputados, um almeja ser suplente de senador, um pretende se tornar deputado estadual e um, vice-governador.

Os dados foram divulgados pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). De acordo com a entidade, a tendência é que haja renovação superior a 70% das vagas em disputa e superior a 25% do total da Casa. Ao todo, o Senado tem 81 cadeiras, mas apenas os mandatos de 27 senadores estão no final.

Ainda segundo o Diap, o Nordeste é a região com maior número de desistentes. Dos nove senadores em condições de disputar a reeleição, seis desistiram e três tentam renovar seus mandatos. Já a região Norte é a que tem mais candidatos à reeleição — dos sete que estão na reta final, quatro decidiram buscar a reeleição, dois não concorrem e um quer outro cargo.

Da região Sudeste, dos quatro senadores em final de mandato, dois disputam outros cargos, um tenta a reeleição e um desistiu da disputa. Da região Centro-Oeste, há quatro senadores em final de mandato, sendo que dois tentam a reeleição, um concorre a outro cargo e um desistiu. De três senadores do Sul, dois desistiram e um tenta outro cargo.

As eleições de 2010 levaram a uma renovação de 57% dos 81 membros do Senado — naquela ocasião, 54 vagas estavam em jogo. O número de senadores é fixo — três por estado. A escolha é feita alternadamente, para um terço e dois terços das vagas a cada quatro anos. O mandato é de oito anos.

Parlamentar Partido UF Profissão Candidatura
Anibal Diniz PT AC Jornalista Não é candidato
Fernando Collor PTB AL Empresário, Economista e Jornalista Reeleição
Alfredo Nascimento PR AM Servidor Público Deputado Federal
José Sarney PMDB AP Advogado, Empresário, Escritor, Jornalista, Poeta e Professor Não é candidato
João Durval PDT BA Odontólogo Não é candidato
Inácio Arruda PCdoB CE Servidor Público e Eletrotécnico Não é candidato
Gim PTB DF Advogado e Empresário Reeleição
Ana Rita PT ES Assistente Social Deputada Estadual
Cyro Miranda PSDB GO Empresário Suplente Senado
Epitácio Cafeteira PTB MA Servidor Público Não é candidato
Clésio Andrade PMDB MG Empresário Não é candidato
Ruben Figueiró PSDB MS Advogado Não é candidato
Jayme Campos DEM MT Produtor Agropecuário e Empresário Reeleição
Mário Couto PSDB PA Administrador Reeleição
Cícero Lucena PSDB PB Empresário Não é candidato
Jarbas Vasconcelos PMDB PE Advogado Deputado Federal
João Vicente Claudino PTB PI Empresário Não é candidato
Alvaro Dias PSDB PR Professor de História Reeleição
Francisco Dornelles PP RJ Advogado e Servidor Público Vice-governador
Ivonete Dantas PMDB RN Empresária Não é candidata
Acir Gurgacz PDT RO Empresário Reeleição
Mozarildo Cavalcanti PTB RR Médico e Professor Universitário Reeleição
Pedro Simon PMDB RS Advogado e Professor Universitário Não é candidato
Casildo Maldaner PMDB SC Advogado Não é candidata
Maria do Carmo Alves DEM SE Advogado e Empresária Reeleição
Eduardo Suplicy PT SP Economista, Professor e Administrador Reeleição
Kátia Abreu PMDB TO Empresária rural e Psicóloga Reeleição
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Câmara reduz contribuição de patrão e empregado doméstico para o INSS

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (15), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 7082/10, do Senado, que reduz para 6% a alíquota da contribuição previdenciária paga por patrões e empregados domésticos. Atualmente, o índice é de 12% para os empregadores e varia de 8% a 11% para os domésticos, de acordo com o salário.

A proposta agora poderá seguir para a sanção da presidente da República, Dilma Rousseff, a menos que haja recurso para que seja votada também em Plenário.

É bem provável que seja apresentado recurso, porque o texto vinha sendo colocado em pauta pela CCJ há algumas semanas, mas sem conseguir ser apreciado porque o governo é contrário e tem uma proposta alternativa.

Alternativa
O líder do PSB, deputado Beto Albuquerque (RS), lembrou, durante a discussão da matéria, que está pronto para ser analisado pelo Plenário o PLP 302/13, que regulamenta os direitos dos domésticos após a aprovação da Emenda Constitucional 72, responsável por estender à categoria benefícios assegurados aos demais trabalhadores. “O Colégio de Líderes está negociando a votação do PLP, que é mais completo, e não deveríamos ter duas propostas sobre o mesmo tema”, disse Albuquerque.

A proposta do PLP é reduzir para 8% a contribuição paga pelos empregadores, mas dentro do total de encargos de 20% sobre o salário do trabalhador, incluindo INSS, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e seguro por acidente de trabalho. Como contrapartida, o patrão não será responsável pela multa do FGTS caso venha a demitir o doméstico.

O Instituto Doméstica Legal, que reúne patrões e empregados em defesa do emprego doméstico, apoia a medida. O presidente da entidade, Mário Avelino, que estava presente na votação de hoje, lembra que o atraso na regulamentação dos direitos trabalhistas dos domésticos tem aumentado a insegurança dos empregadores e provocado demissões.

Guia de Recolhimento
Relatora na CCJ, a deputada Sandra Rosado (PSB-RN) votou pela constitucionalidade do PL 7082/10. Entre outros dispositivos, o projeto prevê também a instituição da Guia de Recolhimento de Previdência Social de Doméstico (GPSD), com a inclusão da identificação do empregador domestico. Isso vai permitir à Previdência localizar o patrão, que é quem desconta o INSS do empregado e é responsável pelo recolhimento, facilitando assim o processo.

Dedução do IR
O mesmo texto retira a possibilidade de o empregador deduzir a contribuição previdenciária no Imposto de Renda. O argumento é que essa dedução beneficia apenas os patrões de maior renda, que usam o modelo completo da declaração.

 

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Análise revela quem pode vingar na disputa de deputado federal em Rondônia

Dos 94 candidatos a deputado federal nestas eleições em Rondônia, posso assegurar que, no máximo, 25 estão na disputa com alguma chance de se eleger. Esses 25 nomes estão divididos em coligações que dão sustentação a Confúcio Moura (PMDB), Expedito Júnior (PSDB), Ivo Cassol (PP) e Padre Ton (PT) – os quatro candidatos a governador.

 Referência

(Vale lembrar que isso não é fruto de pesquisa, mas análise de quem acompanha eleição política em Rondônia desde o tempo que o médico Leônidas Rachid (ARENA) disputava eleição de deputado federal contra Jerônimo Santana (MDB). E pensar que o Território só tinha uma vaga para deputado federal.

Palpite

Mesmos faltando algumas definições quanto ao registro de alguns candidatos por impossibilidade quanto à ficha suja, e possível arriscar dar nomes aos que realmente poderão se despontar.

Confúcio

Na coligação de deputado federal que apoia Confúcio Moura (PMDB/PDT/PTB) é possível que ela consiga fazer quatro deputados. Entre os nomes mais famosos estão Marinha Raupp, Nilton Capixaba, Lindomar Garçon, Lúcio Mosquini Marcelo Bessa, Marcos Rogério, Hernandes Amorim e Amir Lando.  Se Garçon não puder ser candidato, é possível dizer que a quarta vaga dessa coligação estaria ameaçada, digamos que em 50%. Mas, segundo fontes, o advogado de Lindomar Garçon não acredita em impugnação definitiva.

Cassol

A coligação de deputado federal que apoia Jaqueline Cassol (PP/PR/PV) poderá fazer uma vaga, mas para isso, a candidatura de Joarez Jardim precisa ser mantida, caso contrário, a única vaga será bem apertada. Entre os nomes famosos estão Luiz Cláudio, Sheila Cassol, Flávio Lemos, Ivan da Saga, Rosária Elena e Joares Jardim.

Expedito

Na coligação de deputado federal que apoia Expedito Júnior (PSDB/DEM/PSC/SDD) ao governo, é possível fazer duas vagas. Isso se torna possível porque a Solidariedade será mantido na coligação.  Entre os nomes famosos estão José Bianco, Marina Carvalho, Agnaldo Munis, Expedito Netto, Edgar do Boi e Guilherme Erse.

Padre Ton

O Partido dos Trabalhadores, que tem à frente o candidato a governador Padre Ton, poderá fazer uma vaga. Entre os nomes famosos do partido estão Roberto Sobrinho, Fátima Cleide, Anselmo de Jesus e Itamar da Cut.

Bola de cristal 

É muito arriscado tentar dizer quem se elege (a campanha mal começou!), mas, em meio a 94 candidatos, penso que os oito eleitos e os três primeiros suplentes de cada estão incluídos nesta análise. Façam suas apostas. (Roberto Gutierrez é jornalista e acha que pode dar uma de analista político.)

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Senado aprova projeto que regulamenta funcionamento das farmácias

Projeto de lei que regulamenta a assistência farmacêutica e obriga a presença de um profissional de nível superior em farmácia (farmacêutico) durante todo o horário de funcionamento das farmácias ou drogarias foi aprovado nesta quarta-feira (16) pelo Senado. A matéria tramitou por mais de 20 anos no Congresso, e agora seguirá para sanção da presidenta Dilma Rousseff.

Pela nova lei, as farmácias deverão prestar assistência integral à população, fornecendo as orientações necessárias aos consumidores de medicamentos. O projeto acaba com a diferenciação existente entre farmácia e drogaria e unifica todos os estabelecimentos como farmácias de atendimento e orientação à saúde.

Pelo texto, o cidadão poderá chegar à farmácia a qualquer momento e terá à disposição um profissional competente e responsável pelo medicamento vendido, capaz de esclarecer dúvidas. Além de determinar a permanência do farmacêutico durante todo o período em que a farmácia estiver aberta, o projeto especifica obrigações ao proprietário e ao farmacêutico.

O projeto permite que as farmácias vendam vacinas e os medicamentos para doenças mais comuns, e estabelece que os farmacêuticos deverão comunicar às autoridades sanitárias e laboratórios as reações adversas, dependência e intoxicações causadas pelos medicamentos.

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Governo chinês suspende embargo à carne bovina brasileira

Mariana Branco - Agência Brasil17.07.2014 – 15h03 | Atualizado em 17.07.2014 – 18h10

O ministro da Agricultura, Neri Geller, anunciou hoje (17) que o governo chinês concordou em retirar o embargo à carne bovina brasileira, vigente desde 2012. As vendas haviam sido suspensas em função da suspeita, naquele ano, de um caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), a doença da vaca louca, em um animal morto em 2010 em Sertanópolis (PR).

Mais tarde, foi constatado que o caso era atípico, menos perigoso que a variedade clássica da doença. Segundo Geller, o entendimento com a China foi oficializado durante a reunião do presidente da China, Xi Jinping, com a presidenta Dilma Rousseff e as exportações devem ser retomadas ainda este ano.

Geller destacou que o Brasil aguarda um comunicado oficial da defesa sanitária chinesa para retomar as vendas. Depois disso, dependerá da indústria brasileira se mobilizar para fechar negócios. O processo deve demorar cerca de um mês. Em um primeiro momento, oito frigoríficos terão autorização para exportar para o país asiático e mais nove pediram credenciamento.

Com a reabertura, as vendas externas para a China podem chegar a 18% do total de carne bovina exportado anualmente pelo Brasil. De acordo com Neri Geller, a expectativa é vender de US$ 800 milhões a US$ 1,2 bilhão para os chineses no próximo ano. As vendas brasileiras de carne bovina, cujo principal mercado atualmente é Hong Kong, somaram US$ 6,6 bilhões no ano passado.

O Brasil começou a vender carne bovina para a China em 2009, quando foram comercializados US$ 2,5 milhões do produto. Em 2012, até ser interrompido pelo embargo em dezembro, o volume negociado atingiu US$ 37,7 milhões. Enquanto esteve fechado à carne brasileira, o mercado chinês se ampliou. No ano de 2012, o país importou do mundo todo US$ 255 milhões em carne bovina. Em 2013, o volume já havia saltado para US$ 1,269 bilhão.

Para Geller, além do aumento da demanda chinesa, a confiança no sistema sanitário do Brasil motivou a decisão da reabertura. “Entendemos que o Brasil saiu fortalecido do caso da EEB em Mato Grosso [detectado este ano, e que também foi classificado como atípico]. Mostramos que a defesa brasileira está funcionando e que a saúde pública tem prioridade”, disse.

O ministro disse que, tanto em 2012 quanto em 2014, não houve alteração da classificação de risco insignificante para a doença dada ao Brasil pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE). Os casos atípicos de vaca louca são menos perigosos, porque, diferente da variedade típica, não são causados por ingestão de ração contaminada. A EEB se desenvolve por razões genéticas quando o animal já está velho.

Atualmente, continuam com restrições à carne bovina brasileira os mercados da Arábia Saudita, que anunciou o embargo em 2012, e os do Peru e Irã, que suspenderam as compras somente de Mato Grosso após o caso de 2014. O Ministério da Agricultura informou que negocia a reabertura com os três países. Neri Geller disse ainda que, também nesta semana, a pasta recebeu sinalização da Rússia de que podem ser suspensas as restrições às exportações de carne suína de dois frigoríficos brasileiros, em Rio Verde (GO) e Uberlândia (MG).

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Confira nomes ‘diferentes’ das eleições em Rondônia

Vilhena, Rondônia – Em pesquisa pelo site da Justiça Eleitoral, a equipe de reportagem do Extra de Rondônia buscava por uma lista completa dos nomes dos candidatos da região.

Nome a nome foi se surpreendendo com os apelidos adotados por aqueles que tentam representar suas regiões.

Finalizada a parte séria do trabalho, os jornalistas que cobrem a editoria de “Política” dedicaram um tempo a mais para elencar os nomes mais engraçados que você pode encontrar nas urnas. Vale a pena conferir.

ACOMPANHE:



** ADELSO COBRADO DE ÔNIBUS – PT do B

** CHAPELZINHO – PRP

** ALEXANDRE ROUPA BRANCA – PC do B

** DR. AMADO – PP

** ANDERSON EXCELLER – PSD

** ANDRE FEST – PEN

** ANTENOR DA SITHATHI – PT do B

** ANTONIO PURUBORÁ – PP

** DJ KIKO MELO – PSDC

** ANTONIO CASAMENTEIRO – PSDB

** ARITHANA – PR

** CHICO LATA – PP

** DR CARLOS PASSARINHO – PSD

** CELEZIO DA SONIKA MUDANÇAS – PSDB

** CICERO CABEÇA BRANCA – PMN

** COCÓ – PSDC

** CÁSSIA DO JOÃO DA MULETA – PMDB

** DIM DIM – PSL

** EDNA DA KAARISMA MENSAGEM – PSDC

** BUDA’S – PV

** PAZ – PSDC

** CHICÃO PVH – PHS

** RICCASAN – PSB

** GATO FELIX – PMN

** GESSI DO BOM PREÇO – PSDC

** BOB MARLEY DE RONDÔNIA – PSB

** ISAQUE COWBOY – PC do B

** FELIX DE RONDÔNIA – PTN

** BAIXINHA – PC do B

** JOÃO DA MOTO– PC do B

** SALGADINHO – PTN

** ALBERTO BIGODE – PC do B

** ZE DO FACÃO – PC do B

** SÓ NA BENÇA – PMDB

** LAZINHO DA FETAGRO – PT

** LORO – PC do B

** DJ CARIOCA – DEM

** MARCOS TUPINIQUIM – PSOL

** MARQUINHOS DO CAVACO – PTC

** PAULO CADILACK – PRTB

** TOCO STICCERO – PTC

** GALEGO – PT do B

** PASSARINHO TOPOGRAFO – PTC

** NEGÃO DO VARAL – PSOL

** BAGUNÇA – PPS

Fonte: Extra de Rondônia

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Cassol teria arrendado o Estadão do Norte?

Um grupo teria arrendado o jornal O Estadão do Norte – a empresa não confirma essa informação. Outra fonte teria revelado que quem teria interesse em assumir o jornal seria um grupo ligado ao senador Ivo Cassol (PP). Essa informação também não foi confirmada.

Vamos imaginar que motivos poderiam levar um grupo político ao interesse de arrendar um jornal do porte de O Estadão.

Como já havia escrito no começo deste ano, Expedito Júnior (PSDB) e Ivo Cassol (PP) se anulam no interior do Estado, ou seja, por mais que Cassol ache que seja o suprassumo da política, apoiar a irmão dele para governador não é a mesma coisa. Por tanto, Expedito levaria uma boa vantagem, mesmo porque Cassol perdeu muito apoio. O PT, por sua vez, tendo à frente Padre Ton, tem militância eficiente em todo o Estado, mas esse percentual, em tese, teria que se multiplicar – tarefa quase impossível na atual circunstância política. Resta no entanto a Capital de Rondônia que, ao meu entendimento, desde Jerônimo Santana, pela primeira vez poderá decidir uma eleição.

Na época, se a eleição para governador demorasse mais uma semana, Jerônimo teria perdido pois a capital queria Jacó Athalla por conta da infeliz passagem de Jerônimo como prefeito de Porto Velho.

Hoje Cassol saiu na mídia tecendo fortes críticas ao prefeito de Porto Velho. Se quiser crescer, vai precisar de um jornal para divulgar pesquisa eleitoral, publicar material sobre denúncias contra adversários. Ressuscitar operações da Polícia Federal, principalmente, as que envolvam os adversários.

A única alternativa da mídia impressa seria o Estadão que, como a maioria dos jornais no País, sobrevivem com dificuldade ao ponto de, no sentido figurado, vender o almoço para comprar a janta.

Situação igual já aconteceu quando a Folha de Rondônia foi arrenda durante dois anos em período eleitoral. Essa foi uma passagem de guerra de informação entre os grandes jornais.

Para dar certo, seria preciso o anonimato.

Portanto, Porto Velho, em razão da desesperança, das mazelas de toda ordem e agora tendo Mauro Nazif sendo pego para Cristo, ou seja, como se fosse o inventor dos buracos e da incompetência, será usado para efeito de comparação. Por conta disso, Porto Velho hoje, talvez seja uma das capitais do País com o maior indicie de gente indecisa em quem vai votar para governador. Portanto, qualquer comentário a respeito de que Ivo Cassol arrendou ou pretende arrendar o Estadão, ganha atenção porque essa seria a única estratégia viável para avançar nestas eleições: conquistar a Capital.

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Totó e papagaio, candidatos, só na próxima eleição

Intrigas da oposição

Não é verdade que o Cassol deixou o totó e o papagaio para se candidatar na próxima eleição porque nesta não tem mais cargo disponível. Ô, raça que adora esculhambar os outros!!!

Como diria o filósofo Ivo Cassol: Temos que deixar de ser egoístas e pensarmos em nós mesmos.

 

Desígnio

Meu amigo Aparício Carvalho vive um momento muito especial da vida. Após ter caminhado no limite da existência, ganhou nova oportunidade e vive intensamente. Chefe de uma família maravilhosa, está com projetos de investimentos indo de vento em popa e está na expectativa de eleger a filha dele, Mariana, deputada Federal. Por muito pouco Mariana não foi para o segundo turno das eleições para prefeito de Porto Velho.

 Da série não é verdade

Não é verdade que o senador Ivo Cassol alugou o Jornal O estadão do Norte para ser usado durante a campanha política.  E não se fala mais nisso!! Ô, raça que adora espalhar fofoca!

Sapo 33

O carismático Euclides Maciel (PSDB), na opinião de muita gente do meio político, Batalha para chegar à primeira colocação da coligação dele. Não será uma disputa fácil, pois na coligação tem Jean Oliveira e Adelino Folador. Os mais otimistas dizem que essa coligação que apoia Expedito Júnior (PSDB) pode eleger dois com sobra pra mais um.

 

Vaia das vaias

O mundo via sentir muita falta da Copa do Brasil Imagine com será em 2018 na Rússia? Mal foi anunciada a coisa lá já está o bicho: Primeiro foi a chuva de granizo assassino que caiu na Sibéria. Agora foi metro que encavalou. Como diz a Tia Dilma, a nossa foi a Copa das Copas na qual ela recebeu a Vaia das Vaias.

 

Missão Impossível.

Uma das promessas de sangue novo, mas com DNA experiente na política de Rondônia, poderá ter que adiar o sonho de se eleger. Uma manobra política após a convenção do Solidariedade (SDD) tentou desfazer as decisões de seus filiados de coligar com o PSDB de Expedito Junior, para levar o partido ao grupo do senador Ivo Cassol (PP). A Justiça pode chutar o pau da barraca e o SDD terá que sair sozinho.  Isolado, o filho de Expedito, Expedito Netto, terá que fazer pelo menos 100 mil votos para se eleger deputado federal.

 

Vice-governador

O vice-governador Airton Gurgacz (PDT) é tido como puxador de votos dentro da coligação. Segundo os otimistas, ele poderia superar a casa dos 12 mil votos, aliás, 12 é o número do PDT. Com jeitão simples, de boa gente, dizem que ele tem voto em todas as cidades de Rondônia.

 

Fora

O PMDB de Ouro Preto do Oeste não lançou ninguém a deputado federal e nem mesmo a deputado estadual. Um dos tradicionais nomes da cidade, Joselita Araújo, atual vice-prefeita, que já foi deputada e prefeita, não se candidatou. Aliás, nem poderia: quando era para se desincompatibilizar, estava comandando a cidade como prefeita em exercício por conta da licença requerida pelo prefeito Alex Testoni (PSD).

 

Experiência

Quem deve capitalizar uma boa fatia do eleitorado que votou em Carlos Mango (PP) para federal na região central de Rondônia, é o ex-governador José Bianco (DEM). Magno foi bem votado em Ji-Paraná, uma das bases eleitorais de Bianco.  Bianco está na coligação que dá sustentação a Expedito Júnior (PSDB) ao governo de Rondônia. Aliás, deputado federal é o único cargo político que falta a Bianco.

 

Atenção

No próximo sábado, dia 19 será o último dia para os partidos políticos registrarem os comitês financeiros, perante o Tribunal Superior Eleitoral e Tribunais Regionais Eleitorais encarregados do registro dos candidatos, observado o prazo de 5 dias após a respectiva constituição (Lei n° 9.504/97, art. 19, § 3º).

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Procuradoria Regional Eleitoral contesta 22 pedidos de registros de candidatos

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) em Rondônia analisou pedidos de registro de candidatura em Rondônia para as eleições de 2014. Após a Justiça Eleitoral publicar os editais com os nomes dos candidatos apresentados por partidos e coligações, a PRE teve o prazo de cinco dias para impugnar os registros com irregularidades. Esse prazo terminou ontem, 14.

Em Rondônia, a Justiça Eleitoral recebeu 535 pedidos de registros de candidaturas. Deste total, a PRE analisou 66 pedidos, dentre solicitações de registros das coligações e partidos, bem como os pedidos dos que pretendem concorrer ao cargo de governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Os pedidos de registro foram filtrados a partir da base de dados do Sisconta Eleitoral – sistema nacional com informações de inelegibilidade fornecidas pela Justiça eleitoral, federal e estadual, tribunais de contas, casas legislativas etc. Para instruir as ações de impugnação de candidaturas, além do cruzamento automático feito pelo sistema, a PRE fez também a análise individual das informações de cada candidato.

Do total de 66 pedidos analisados, 22 pedidos de registro de candidatura foram contestados, 20 pedidos tiveram parecer pelo indeferimento devido a irregularidades de documentação, apenas 7 pedidos tiveram parecer pelo deferimento do registro e 17 registros de coligações e partidos foram contestados. Confira aqui a tabela com as impugnações.

“Vamos analisar todos os processos de pedidos de registro de candidatura, mesmo os que não foram impugnados no prazo de cinco dias da publicação do edital. Nestes casos, os processos serão remetidos pela Justiça Eleitoral para a PRE emitir pareceres no prazo de dois dias. E caso haja necessidade, vamos recorrer da decisão”, afirmou a procuradora regional eleitoral, Gisele Bleggi.

Entre os problemas mais comuns estão condenações em Tribunais de Contas e das Justiças Federal, Estadual e Eleitoral. Nos casos de falta de documentação, muito comuns, os candidatos têm o prazo de 72 horas para regularização.

Os candidatos que tiveram suas candidaturas impugnadas têm sete dias para contestar a impugnação. Após as ações de impugnação, cabe à Justiça Eleitoral julgar os pedidos e decidir pelo deferimento ou não dos registros.

Procuradoria Regional Eleitoral

As Procuradorias Regionais Eleitorais (PREs) estão presentes em todos os estados do Brasil e são estruturas do Ministério Público Federal que, junto com a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), defendem a democracia e a normalidade das eleições nos Tribunais Eleitorais. Essas unidades do MPF constituem – com os promotores de Justiça dos MPs estaduais designados pelos PREs para atuar como promotores eleitorais – o Ministério Público Eleitoral.

 

Impugnação – Expedito Júnior – 205-23.2014.6.22.000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de governador

Emenda – Impugnação Expedito Júnior – 205-23.2014.6.22.000

Emenda – contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de governador

Impugnação – Coligação “O Respeito Está de Volta” (PP, PR, PPS, PROS, PV, PTC) – 116-97.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “O Respeito Está de Volta” – governador e vice-governador

Impugnação – Carlos Magno – 117-82.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de vice-governador

Impugnação – Coligação “O Respeito Está de Volta” (PP, PR, PPS, PROS, PV, PTC,SD) – 121-22.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “O Respeito Está de Volta” – governador ,vice-governador, senador e suplentes

Impugnação – Coligação “Rondônia no rumo certo, de novo” (PP/ PR /PPS /PTC /PV /SD /PROS) – 127-29.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “Rondônia no rumo certo, de novo” – Deputado Federal e Deputado Estadual

Impugnação – Joarez Jardim – 128-14.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Federal

Impugnação – Dr. Amado – 146-35.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Estadual

Impugnação – Edvilson Negreiros – 158-49.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Estadual

Emenda – Impugnação – Edvilson Negreiros – 158-49.2014.6.22.0000

Emenda – Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Estadual

Impugnação – Dinho Sousa – 175-85.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Estadual

Impugnação – Coligação “Frente Muda Rondônia” (PSDB / PSDC / PSD / PEN / SD / PHS / PSC / PMN / PT do B / PRB / DEM) – 203-53.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “Frente Muda Rondônia” – Governador, Vice-Governador e Deputado-Federal

Impugnação – Vera Paixão – 218-22.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputada Federal

Impugnação – Coligação “Frente Muda Rondônia” (PSDB / PSDC / PSD / PEN / PMN / PT do B / PRB / SD / PHS) – 222-59.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “Frente Muda Rondônia” – Senador

Impugnação – Moreira Mendes – 223-44.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Senador

Impugnação – Coligação “PSDB-DEM” – 226-96.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “PSDB-DEM” – Geral

Impugnação – Coligação “PSD, PEN e SD” – 265-93.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “O Respeito Está de Volta” – Deputado Estadual

Impugnação – Laerte Gomes – 272-85.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Estadual

Impugnação – Brito – 285-84.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Estadual

Impugnação – Nilton Caetano – 293-61.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Estadual

Impugnação – Antenor da Sithathi – 318-74.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Estadual

Impugnação – Ana da Oito – 326-51.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputada Estadual

Impugnação – Coligação “Frente em Defesa de Rondônia” (PSDC / PHS / PSC) – 327-36.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “Frente em Defesa de Rondônia” – Deputado Estadual

Impugnação – Coligação “Rondônia no Caminho Certo” (PMDB / PDT / PSB / PTN / PTB / PC do B / PSL / PRP) – 388-91.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “Rondônia no Caminho Certo” – Geral

Impugnação – Assis Gurgacz – 392-31.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de 1º Suplente Senador

Impugnação – Coligação “Rondônia no Caminho Certo” (PMDB / PDT / PSB / PTN / PTB / PC do B / PSL / PRP / PRTB) – 394-98.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “Rondônia no Caminho Certo” – Deputado Federal

Impugnação – Lindomar Garçon – 404-45.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Federal

Impugnação – Chiquinho da Emater – 424-36.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Estadual

Impugnação – Coligação “Rondônia no Caminho Certo 2 (PMDB / PTN / PTB) – 452.04.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “Rondônia no Caminho Certo 2″ – Deputado Estadual

Impugnação – Coligação “Rondônia no Caminho Certo 2 (PMDB / PTN / PTB) – 452.04.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “Rondônia no Caminho Certo 2″ – Deputado Federal

Impugnação – Coligação “Aliança para Vitória” (PDT / PRTB / PRP) – 453-86.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação “Aliança para Vitória” – Deputado Estadual

Impugnação – Coligação “Juntos Somos Fortes” (PC do B / PSB / PSL) – 477-17.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura da coligação Juntos Somos Fortes” – Deputado Estadual

Impugnação – Partido dos Trabalhadores (PT) – 544-79.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura do Partido dos Trabalhadores (PT)” – Governador,Vice-Governador, Deputado Federal e Deputado Estadual

Impugnação – Roberto Sobrinho – 552-56.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Deputado Federal

Impugnação – Democratas (DEM) – 584-61.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura do Partido Democratas – DEM – Senador

Impugnação – Walter – 585-46.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Senador

Impugnação – Claudemir Dias – 586-31-2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de 1º Suplente Senador

Impugnação – Selva – 587-16.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de 2º Suplente Senador

Impugnação – Rosália Negona – 562.03.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidaturaao cargo de Deputada Estadual

Impugnação – Dr Alves – 621-88.2014.6.22.0000

Contestação ao pedido de registro de candidatura ao cargo de Governador

Fonte: MPF/RO (www.prro.mpf.gov.br)

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Mais 7 denunciados na Operação Luminus

O Ministério Público de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), protocolou na Justiça mais sete denúncias contra envolvidos na Operação Luminus, que desmantelou esquema de corrupção na Prefeitura de Porto Velho, entre os anos de 2006 a 2012. Nas investigações do Gaeco, ficou provada a existência de grupo criminoso agindo no âmbito das licitações da Emdur, composto por empresários e servidores públicos, visando beneficiar as empresas do grupo criminoso.

As novas denúncias protocoladas pelo MP são contra gestores e servidores da Emdur, advogados e empresários por crimes de fraudes em processos licitatórios para aquisição de material de limpeza, contratação de serviços de auditoria contábil, limpeza e manutenção de condicionados, aquisição de vidros para janelas e aquisição de material de expediente.

Em um dos processos, o então presidente da Emdur, Mário Sérgio Leiras Teixeira, é denunciado pelo desvio, em proveito próprio, de 232 litros de gasolina., sendo requerida sua condenação a perda dos cargos e funções públicas eventualmente exercidas, nos termos do artigo 92, inciso I, do código Penal (Abuso de poder ou violação de dever com a Administração Públicas).

Os denunciados são, além do ex-presidente da Emdur, os servidores públicos Wilson Gomes Lopes, Wilson Gondim Filho, Walter Fernandes Ferreira, Vera Lúcia da Silva Gutierre e Eleonise Bentes Ramos. Também são denunciados a empresária Mariana Matos Marques de Miranda, proprietária da Empresa Rondônia vencedora da licitação para aquisição de material de limpeza para o prédio da Emdur e seu marido Bergson Miranda de Oliveira, esposo da empresária, a época servidor da Emdur; a advogada Noêmia Fernandes Saltão e Deodato da Silva Matos, proprietário da empresa Exactos, que venceu dos processos fraudulentos para contratação de serviço de auditoria contábil para Emdur; Cleomar Frota de Souza e Olávio José Guimarães, donos das empresas Luguimar e Dupolen, envolvidas em fraudes para contratação de serviço manutenção de ar-condicionados no prédio da Emdur; Jeová Brauna de Souza e Daniel Nogueira Machado, donos das empresas Vidraçaria Oriente e Artevidro, envolvidos em fraudes na licitação para aquisição de vidros para o prédio da Emdur; Antônio Alves de Sousa, dono da J. de Lima e de outras empresas, envolvidas em fraude de processo licitatório para contratação de aquisição de material de expediente para Emdur. Também foi denunciado por falsidade ideológica Denerval José de Agnelo, que utilizou o nome de outra pessoa para registrar sua empresa para participações em processos de licitação, inclusive como integrante de esquemas fraudulentos junto a órgãos públicos.

O Ministério Público pede a condenação dos envolvidos nos termos das punições previstas na Lei 8.666/93 (Lei de Licitações) nos moldes artigo 29 do Código Penal. Serão propostas ações de improbidade administrativa pelos mesmos fatos.

Esquema de Desvios A Operação Luminus foi deflagrada em abril de 2013, resultando na prisão do ex-prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, do ex-presidente da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur), Mário Sérgio Leira Teixeira, Wilson Gomes Lopes e o dono da empresa S.J.B, Sílvio Jorge Barroso de Souza, entre outros.

O Ministério Público, por meio do Gaeco, já havia denunciado em setembro de 2013, o ex-prefeito Roberto Sobrinho, Mário Sérgio Leira Teixeira, Sérgio Luiz Pacífico e Silvio Jorge Barros de Souza pelo desvio de R$ 1.952.140,00, referente ao convênio nº 025/2011, firmado entre o município de Porto Velho e a Emdur. A denúncia versou ainda sobre o crime de peculato, pelo desvio de R$ 649.600,00 do convênio 059/2012, também celebrado entre município de Porto Velho e Emdur e por fraudes licitatórias.

Em maio de 2013, o Ministério Público ofereceu mais cinco denúncias contra envolvidos no esquema criminoso na Emdur, envolvendo recursos na ordem de R$ 142.709,35. Após análise documental da Emdur e outras diligências investigativas realizadas pelo Gaeco, descobriu-se que o ex-prefeito Roberto Sobrinho, junto com Mário Sergio, então presidente da Emdur, e outros denunciados firmaram vários convênios, por meio dos quais desviaram milhões de reais para contas bancárias da Emdur.

Após o dinheiro entrar nessas contas, Mário Sérgio com a sua equipe da Comissão de Licitações da Emdur e denunciados, fraudavam processos licitatórios e faziam com que as empresas do esquema saíssem vencedoras. Na maioria das vezes, os serviços contratados eram realizados com a verba conveniada. Tudo se dava com a ciência e efetiva atuação do então prefeito Roberto Sobrinho, que era o financiador e provedor do esquema, a pretexto de melhorias na infraestrutura e no urbanismo de Porto Velho, tais como paisagismo, calçamento e iluminação. Ação por improbidade administrativa pelos mesmos fatos já foi proposta pelo Ministério Público. As investigações ainda estão em andamento.

Ascom MPRO

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Humor sobre a final da copa das copas no Brasil

Assim que saiu o gol da Alemanha contra a Argentina, a torcida brasileira cantava: ‘Eu, eu, eu, o papa se (…)!’ Ô, maldade, gente!!

Mas, por falar em papa e futebol, para quem o sósia do papa argentino, Confúcio Moura, estaria torcendo? Já sei – para o Padre Ton – o padre angelical e pinta de cangaceiro. Kkkk

Segundo uma bibinha que tem um primo que era fantasma na ALE, quem esteve na Fan Fest de Copacabana neste domingo, na final da Copa, viu tanto argentino e chegou à seguinte conclusão: desde 1950 não se via sofrimento igual na cidade!

 

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Expedito avisa: “Comprei três pares de botas para esta campanha”

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Candidato do PSDB diz a repórter Suzane Schmitka que está em começo de campanha e definindo estratégias

Oficialmente candidato ao governo do Estado, o ex-senador Expedito Junior (PDSB) visitou o estande da FOLHA na 29ª Expovil e falou sobre esta reta inicial de campanha: “Estamos neste momento organizando o time, montando a equipe. Nosso lema de campanha será ‘Mão na mão, pé no chão’”. De acordo com o candidato, a campanha terá muita andança e conversa, para tentar “traduzir a vontade do eleitor”.

Afirmando que hoje mesmo foi realizada mais uma reunião com lideranças do partido para definir quem vai ordenar a campanha no Cone Sul, Expedito cita alguns nomes que serão seus representantes no Cone Sul: “Aqui, quem vai coordenar a campanha são Carmozino, Júnior Pintor, Jacier Dias, Marcos Cabeludo e Marta Moreira. Daremos atenção especial ao Cone Sul, dedicando tempo para conversar, pois aqui é o celeiro do Estado. Precisamos conversar com o produtor”.

O candidato afirma ainda que não teme que possíveis pendências judiciais interfiram em sua campanha: “Estou tranqüilo e confiante a respeito, porque o TSE já pacificou todas estas questões. É normal que outros partidos entrem com processo contra candidaturas, faz parte do processo democrático. Teremos agosto e setembro para fazer campanha, vamos andar bastante. Já comprei três pares de botinas para isso”, brincou o candidato, e finalizou parabenizando a Diretoria da Aviagro pela realização de mais uma Expovil. “É uma grande e bela festa”.


Fonte: FS
Postado por: Suzane Schmitka
Autor:
Créditos de Fotos: Rogério Perucci

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Inscrições para concurso da Sesau começam na segunda-feira; Confira edital

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O Governo do Estado abriu concurso público para provimento de 266 vagas para a Secretaria de Saúde do Estado, nos níveis fundamental, médio ou superior.

As remunerações oscilam entre R$ 1.253,29 a R$ 11.789,24 de acordo com cargo. As inscrições começam na próxima segunda e seguem até o dia 18 de agosto e podem ser realizadas no site da organizadora, www.cetroconcursos.org.br. As taxas de inscrição são de R$ 88,00 para nível Superior, R$ 64,00 para nível Médio e R$ 24 para nível Fundamental.
As provas objetivas serão aplicadas provavelmente no dia 14 de setembro de 2014 nas cidades de Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Porto Velho, Rolim de Moura e Vilhena, conforme opção do candidato no ato da inscrição. CONFIRA O EDITAL

Fonte: RONDONIAGORA

Autor: RONDONIAGORA

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Advogada confirma candidatura a federal e vai pedir apoio ao prefeito Zé Rover

Vilhena, Rondônia –  Candidata a deputada federal pelo PSDB este ano, a advogada Vera Paixão visitou, na manhã desta quinta-feira, 10, a redação do FOLHA DO SUL ON LINE. A tucana anunciou que em breve se reunirá com o prefeito Zé Rover (PP), de quem já foi secretária no primeiro mandato.

Vera disse que pedirá o apoio do prefeito e usará como argumento a necessidade da região de ter um representante em Brasília. “Hoje estamos órfãos de representatividade na Câmara e os prefeitos sofrem para conseguir recursos federais”, argumentou a candidata.

Vera avalia que, na coligação da qual faz parte, candidatos com até 25 mil votos já estarão na briga para se eleger na primeira vaga. “E, se as lideranças do Cone Sul se conscientizarem da importância da união, dá pra sair daqui com a vaga garantida”.

Apoiando o ex-senador Expedito Júnior para o Governo, a advogada também já definiu sua estratégia de atuação, caso se eleja: “É preciso dar suporte aos prefeitos para que eles consigam elaborar projetos. Dinheiro em Brasília tem, o que falta é quem corra atrás. E a função do deputado é estar junto aos prefeitos, para ajudá-los na conquista destas verbas”.
Fonte: Folha do Sul Online
Postado por: Dimas Ferreira
Foto: Folha do Sul

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Prisão temporária de ativistas no RJ: a Constituição é rasgada e o direito de manifestação violentado!

A imprensa noticia a prisão de 19 cidadãos brasileiros não em função de contravenções ou crimes cometidos, mas apenas porque, supostamente, estariam pretendendo melar o encerramento do megaevento da Fifa. A aberrante lista inclui até uma advogada que não participa de atos públicos, apenas defende manifestantes.

Folha de S. Paulo apurou que “a série de prisões temporárias foi uma medida preventiva por causa de protestos marcados para a final da Copa, neste domingo, no Maracanã”, conforme se depreende da declaração do chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Fernando Veloso: “temos informações de que essas pessoas planejavam provocar torcedores argentinos para gerar confronto”.

Ou seja, como em ditaduras ou nas democracias autoritárias do tempo do Onça, inventaram-se pretextos para encarcerar quem nada havia feito realmente de errado, numa evidente afronta ao artigo 5, inciso XVI, da Constituição Federal, que garante o direito de manifestação: “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.

Mais: as otoridade afirmam possuir “quadro probatório robusto”, mas não o mostram aos advogados e à imprensa, alegando que o caso corre em segredo de Justiça. Por qual motivo? O que tornaria determinante o sigilo em algo tão ínfimo? Grande mesmo é o arbítrio, o abuso de poder, o sequestro de brasileiros por mero receio de que viessem a arrombar a festa dos poderosos.

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Congresso retoma atividades após pausa na Copa

Curtindo uma ressaca pós-Copa do Mundo no Brasil, deputados e senadores devem retornar ao Congresso nesta semana antes de mais uma provável paralisação das atividades – o recesso parlamentar a partir do dia 18, o que depende da aprovação da lei de diretrizes orçamentárias (LDO) para 2015.

Na Câmara, os deputados poderão votar nesta segunda-feira (14), em sessão extraordinária, projeto apresentado pela oposição para cancelar os efeitos do decreto presidencial que prevê a criação da política nacional de participação social. Os oposicionistas argumentam que o decreto invade prerrogativas do poder Legislativo. Os deputados também precisam votar a medida provisória que altera a lei de comercialização de energia elétrica e normas sobre leilões para o setor elétrico.

Há previsão de outra sessão extraordinária nesta segunda para análise de pedidos de urgência para oito projetos e tentativa de votação de 19 propostas. Entre esses projetos estão o que aumenta o tempo máximo ao volante de motoristas profissionais de quatro para cinco horas e meia contínuas e o que estabelece carga de trabalho de 30 horas semanais para enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras. Caso não sejam votadas, as propostas vão ser incluídas nas pautas de terça-feira (15) e de quarta-feira (16).

No Senado, três medidas provisórias trancam a pauta de votações da Casa — a que autoriza o Banco Central a ceder dois imóveis à companhia de desenvolvimento urbano da região do porto do Rio de Janeiro, a que cria, em caráter temporário, funções comissionadas de grandes eventos e extingue funções comissionadas técnicas no âmbito da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos do Ministério da Justiça e a que abre crédito extraordinário de R$ 5,1 bilhões a órgãos do Executivo. Essas medidas estão na agenda do Senado para terça-feira.

Na quarta, os senadores poderão votar projetos de lei para regulamentar compras pela internet e oferta de crédito aos consumidores. Outro item previsto é o projeto que elimina as modalidades carta-convite e tomada de preços em processos licitatórios. O senadores ainda têm na pauta o projeto referente às mudanças no enquadramento de empresas no regime de tributação das pequenas e microempresas (Supersimples).

O Senado também prevê uma sessão deliberativa na quinta-feira (17) para votação de projetos referentes à resolução do conselho nacional de defesa do consumidor, estatuto das guardas municipais e à criação de consórcios públicos para a contratação de médicos, entre outros.

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Por que as campanhas eleitorais serão tão caras?

IstoÉ – A cada eleição no Brasil, o mercado se aquece. A expectativa de alcançar o poder – ou de permanecer nele – faz com que os partidos invistam bilhões em portentosas estruturas de campanha. São profissionais especializados, produtoras de tevê, gráficas, bancas de advogados, cabos eleitorais e toda sorte de material e serviço que possam ser usados na batalha pelo voto. Soma-se a isso uma infinidade de gastos não contabilizados. As cifras são bilionárias e não param de crescer, indicando que política é um negócio arriscado, mas altamente lucrativo. A previsão de gastos das principais candidaturas à Presidência este ano é 100% maior do que na eleição de 2010. PT, PSDB, PMDB, PSB e siglas nanicas devem desembolsar juntas quase R$ 1 bilhão. Há quatro anos, esse valor era pouco maior que R$ 450 milhões, enquanto que em 2006 não chegou a R$ 180 milhões. Se a inflação acumulada nesses oito anos chegou a 54%, o custo do voto subiu dez vezes mais.

Só a campanha de reeleição da presidenta Dilma Rousseff estimou um teto de gastos de R$ 298 milhões, quase o dobro dos R$ 176 milhões previstos em 2010. É claro que o limite previsto nem sempre é o efetivamente gasto. Para a presidenta Dilma ser eleita, sua campanha consumiu 76% daquele valor, ou R$ 135 milhões, há quatro anos. Mesmo que não alcance o teto novamente, o custo este ano deve dobrar. Com previsão semelhante à dos petistas, a campanha de Aécio Neves declarou R$ 290 milhões como limite de gastos. É quase o triplo dos R$ 106 milhões estimados por seu partido, o PSDB, na campanha capitaneada por José Serra em 2010. O presidenciável Eduardo Campos foi o mais modesto na previsão de receitas e estabeleceu teto de R$ 150 milhões. Como Aécio, é a primeira vez que ele concorre à Presidência. Mesmo assim, o valor é considerado alto para um candidato de primeira viagem, cujo partido tem uma estrutura menor que os concorrentes.

Consultados por IstoÉ, comitês eleitorais das principais siglas informaram que o maior impacto no crescimento exponencial dos gastos se deve ao uso da internet, especialmente das redes sociais. Toda campanha que se preze precisa investir em novas plataformas de interação por um motivo simples: mais de 39% do eleitorado brasileiro é hoje formado por jovens que passam o dia colados em seus smartphones.

Além de perfis oficiais no Facebook e no Twitter, o comando das campanhas aposta na militância virtual que ajuda a multiplicar a mensagem do candidato e também a infernizar a vida dos concorrentes, disseminando boatos e intrigas. Para ter sucesso na internet, uma campanha para deputado federal em São Paulo precisa investir ao menos R$ 3 milhões. A campanha de reeleição da presidenta Dilma Roussef, por exemplo, prevê gastar quatro vezes mais: R$ 12 milhões. A guerra virtual entre os presidenciáveis deve movimentar R$ 30 milhões até outubro.

Há quem considere que os militantes virtuais são os cabos eleitorais do século XXI. Quanto maior o domínio das ferramentas de internet, mais caro é o profissional. “A guerrilha digital requer um amplo e treinado exército e isso custa caro”, afirma o tesoureiro do PSDB, deputado Rodrigo Castro (MG). Jovens com habilidade nas redes sociais estão sendo recrutados pelas campanhas por cerca de R$ 2 mil por mês. “Os mais baratos têm como missão apenas replicar mensagens, apoiar e comentar conteúdos”, diz um cacique petista. Quem tem formação política é escalado para rebater críticas e opinar em fóruns e blogs especializados, o que rende mensalmente R$ 4 mil. Considerando a mobilização de cerca de 60 mil internautas, estima-se que o mercado de internet movimente R$ 120 milhões por mês.

Além da internet, as campanhas também preveem gastar mais com serviços jurídicos. A proliferação de agressões, boatos e ações de propaganda irregular impacta diretamente na quantidade de ações movidas pelas bancas de advogados, seja para denunciar, seja para se defender. Até agora, a Justiça Eleitoral já impôs R$ 23,8 milhões em multas. Além dos gastos jurídicos, também estão mais caros o material gráfico, que precisa ter melhor qualidade, segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Gráficas do Distrito Federal, Pedro Henrique Achcar Verano. “Os candidatos não querem mais santinhos simples, querem material editorial com papel bom. Eles têm pedido mais cartilhas e folders”, explica.

De acordo com os donos das chaves dos cofres das campanhas, boa parte do dinheiro previsto para ser gasto nas campanhas será reservada para o horário eleitoral gratuito de rádio e tevê que irá ao ar a partir de 19 de agosto. “As campanhas tenderão a absorver a artilharia e a infantaria do arsenal tecnológico e isso custa muito dinheiro”, garante Gaudêncio Torquato, especialista em marketing político, professor da Universidade de São Paulo (USP). A previsão de gastos este ano com os programas de tevê é bem maior do que há quatro anos. Dois fatores contribuirão para esses aumentos. O principal deles é a criação em 2012 da chamada “Lei da TV Paga”, que obriga os canais por assinatura a terem metade de sua programação produzida por empresas brasileiras. Desde que passou a vigorar, a nova legislação causou uma revolução positiva no setor audiovisual do País. Impôs a obrigatoriedade de três horas e meia de programação nacional em horário nobre das grades de programação dos canais, passou a contemplar toda a cadeia de profissionais. Os custos finais aumentaram e está faltando mão de obra: de roteiristas a operadores de câmera.

Durante a discussão da fracassada proposta de reforma política que pregava o financiamento público de campanha, a consultoria legislativa da Câmara fez estudo que já detectava a hiperinflação eleitoral. De acordo com a pesquisadora Ana Luiza Backes, nem mesmo alterações nas leis que proibiram showmícios, outdoors e distribuição de brindes funcionaram para baratear as campanhas. “Eleições tão onerosas ameaçam a representatividade dos eleitos, diminuindo a representação dos setores mais pobres”, critica. Sem uma reforma política que limite os gastos e a arrecadação partidária, o custo eleitoral tende a subir indefinidamente. A projeção é feita por Geraldo Tadeu Monteiro, professor de ciência política do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj). Segundo ele, os gastos com campanhas eleitorais cresceram 471,3% em uma década, enquanto a inflação, no mesmo período, foi de 78%.

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Presidenciáveis colecionam menções negativas

 

Estudo divulgado nesta semana mostra que 37% das menções nas redes sociais são negativas. Presidenciáveis foram tema direto de mais de um milhão de postagens de março até a véspera do início das campanhas

POR CONGRESSO EM FOCO | 12/07/2014 16:02 - Os usuários de redes sociais têm criticado mais os candidatos à presidência da República do que se manifestado de maneira positiva, de acordo com estudo realizado pela empresa Scup e divulgado nesta sexta (11). Conforme o estudo, 37% das menções são negativas e 22%, positivas. De março até a véspera do início oficial das campanhas eleitorais no último domingo (6), os candidatos à presidência foram o tema direto de mais de 1,1 milhão de postagens no Facebook, Google+, Twitter e Instagram.

O estudo foi elaborado com base em dados do projeto “Voto Conectado”, do Scup, pelo jornalista Ricardo Azarite, que considerou o período de 29 de junho ao último dia 5. Ele analisou 6,7% das menções coletadas nas quatro redes sociais sobre os 11 presidenciáveis.

Além das críticas, o autor do estudo constatou que sete em dez menções feitas sobre os candidatos foram no Facebook. No Twitter, 27% das referências. Azarite concluiu que o Google+ e o Instagram “não são ambientes politizados” – nesses espaços, as menções chegaram a pouco mais de 1% e 0,3%, respectivamente.

Teor

Conforme o estudo, uma em quatro menções foi motivada por discussão sobre ideologia e valores dos candidatos. O dia a dia das campanhas (20%), histórico político dos candidatos (7%), pesquisas eleitorais (6%), resultados do governo (5%), denúncias (5%) e propostas (5%) foram os outros assuntos mais comentados durante o período, incluindo ainda o compartilhamento de postagens oficiais (7%).

Azarite destacou o papel exercido pela imprensa. Segundo ele, “o valor informativo das redes sociais para política é grande” — 41% de todas as menções analisadas são compartilhamentos de notícias.

De todas as menções, a presidenta da República Dilma Rousseff (45%), candidata à reeleição pelo PT, e o senador Aécio Neves (34%), do PSDB, foram os candidatos mais comentados, seguidos pelo ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (13%), do PSB, e pela ex-deputada federal Luciana Genro (4%), do Psol. Juntos, os candidatos do PV, PRTB, PSTU, PCO, PSDC, PDC e PCB totalizaram 4%. A Scup informou que não foi feita análise acerca do juízo de valor emitido nos comentários sobre cada um.

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Expedito atrai multidão por onde anda

Anderson Exceller e Expedito Júnior sexta-feira à noite na Expojipa.

Quem estará de volta neste domingo (13/07) ao parque de Exposições de Ji-Paraná é o candidato ao governo de Rondônia Expedito Júnior (PSDB). Na última sexta-feira ele esteve na Expojipa e acabou se tornando uma das atrações nos estandes. Por onde passava uma multidão de pessoas foi até ele para cumprimentar.    Quem acompanhou Expedito nesta caminhada foi o vereador e agora candidato a deputado estadual Anderson Prudente Exceller (PSD), um dos apoiadores da campanha de Expedito na Região Central.

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Quer torcer para a Argentina?

argentinoAinda queres torcer para a Argentina? Hehehehe

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Brasil e Alemanha: nossa derrota fora do gramado é mais vergonhosa

No gramado perdemos para a Alemanha de 7 a 1. O mundo desabou sobre nossa cabeça. Pior é que são raros os momentos em que somos todos brasileiros (rico e pobre, preto e branco, PT e PSDB, católico ou protestante etc.), atacando numa única direção. Fora do gramado, no entanto, em termos de país competitivo e de qualidade de vida, nossa derrota é muito mais vergonhosa. O que me deixa desapontado é que esta segunda não nos causa tanta decepção como a primeira. Vamos aos números.
Entre 1980 e 2012, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Alemanha passou de 0,780 para 0,920. É o 5º país no índice geral, 80 anos de esperança de vida e renda per capita de US$ 41 mil. O IDH mede a renda das pessoas, escolaridade e expectativa de vida. Ela saiu arrasada da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Saiu destruída do nazismo e da Segunda Guerra Mundial (1933-1945). Hoje é a nação economicamente mais forte da Europa, tendo alcançado o nível excelente em qualidade de vida em poucas décadas. Técnica, planejamento, organização, dedicação, empenho: são qualidades que eles esbanjam orgulhosamente.

E o Brasil? De 1980 a 2012 nós melhoramos (saímos de 0,522 para 0,730 no IDH), mas ocupamos a vergonhosa posição de número 85. Somos hoje menos que a Alemanha em 1980. Pior: há muitos anos estamos patinando na casa dos oitenta no IDH. O Brasil melhorou, mas estamos longe das nações civilizadas. Nossa esperança de vida é de 74 anos, escolaridade média de 7 anos (contra 13 dos alemães) e nossa renda per capita é de US$ 12 mil. Tanto Brasil como Alemanha estão entre os 10 países mais ricos do planeta. Ocorre que eles são ricos e promoveram o desenvolvimento da qualidade de vida das pessoas (5º do mundo); nós somos ricos e extremamente desiguais: baixa escolaridade, ¾ da população são analfabetos funcionais, piores índices na educação, ridícula competitividade, precária inovação, serviços públicos de quinta categoria, transporte público indecente, saúde doente, Justiça injusta e morosa, escola analfabeta etc. Somos, não por acaso, o 85º país do mundo (dentre 186) em termos de qualidade de vida.

Temos capacidade para produzir riqueza, mas nunca soubemos transformar isso em qualidade de vida para todos (veja Flávia Oliveira, O Globo 9/7/14: 26). Sabemos ganhar, mas não temos a menor ideia do que seja distribuir. Socioeconomicamente sabemos rivalizar, não cooperar. O índice Gini da Alemanha (é o que mede a desigualdade: quanto mais se aproxima do zero, mais igualdade; quanto mais perto do 1, mais desigualdade) é de 0,27; o do Brasil é 0,51. Somos o dobro de desiguais. O que isso provoca? Violência, desorganização social, péssima qualidade de vida, miséria, fome etc. Um exemplo: os alemães contam com menos de 1 assassinato para cada 100 mil pessoas (0,8, em 2011). E o Brasil? 29 para cada 100 mil (em 2012). Somos mais de 30 vezes mais violentos que eles. Essa é uma das nossas tragédias, que os alemães não conhecem. Somos ainda o 12º país mais violento do mundo, o campeão mundial nos homicídios em números absolutos (56 mil por ano) e, das 50 cidades mais letais, 16 estão no nosso país.

De todas essas goleadas acachapantes nós não nos envergonhamos. Da desigualdade temos orgulho, não vergonha. Que pena! Aqui é que temos que nos superar: em qualidade de vida, uso da tecnologia, ciência, conhecimento, educação… Feito isso, muitas estrelinhas vamos colocar na camisa da seleção brasileira, porque não nos falta talento e habilidade.

Publicado por Luiz Flávio Gomes
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Estratégia kamikaze cassolista

Eu não devia escrever isso, mas, não resisto: ou Cassol é sem noção demais, ou acha que é um semideus? Ele torna o ódio que sente por Expedito Júnior (PSDB) atacando-o de todas as formas, dando a nítida impressão de que teria números dando conta de que a dúvida hoje é saber quem vai para o segundo turno com Confúcio Moura, seria Jaqueline ou Expedito.  Ou então ele acha que estaria pau-a-pau com o Padre Ton na disputa pelo terceiro lugar. Só pode!!!

Cassol, ao atacar diretamente Expedito, deixa Confúcio Moura em situação confortável. Aliás, não adianta mais bater no Confúcio, afinal, ele vem apanhando quieto nos últimos três anos e meio. Quando começar a falar, ou seja, se defender mostrando seus feitos, será ouvido, ao contrário dos ataques e críticas que são assuntos batidos.

Mas, voltando à estratégia kamikaze cassolista, Dom Ivo, ao bater no Expedito, vai transformá-lo em vítima e fazer com que Confúcio corra por fora.

Se o senador Ivo Cassol não conseguir eleger a irmã governadora,  a mulher dele senadora,  e a filha deputada, chegará a conclusão que gastou, tempo, dinheiro e energia para enterrar o próprio futuro político.

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Calendário Eleitoral 2014.

JULHO – TERÇA-FEIRA, 8.7.2014

 

  1. Data a partir da qual os Tribunais Eleitorais devem convocar os partidos políticos e a representação das emissoras de televisão e de rádio para a elaboração de plano de mídia para uso da parcela do horário eleitoral gratuito a que tenham direito (Lei n° 9.504/97, art. 52).

JULHO – QUARTA-FEIRA, 9.7.2014

  1. Último dia para a Justiça Eleitoral fornecer aos candidatos, cujos pedidos de registro tenham sido requeridos pelos partidos políticos ou coligação, o número de inscrição no CNPJ (Lei nº 9.504/97, art. 22-A, § 1º).

JULHO – QUINTA-FEIRA, 10.7.2014

 

  1. Último dia para a Justiça Eleitoral publicar lista/edital dos pedidos de registro de candidatos apresentados pelos partidos políticos ou coligação até o dia 5 de julho (Código Eleitoral, art. 97).
  2. Data a partir da qual o nome de todos aqueles que tenham solicitado registro de candidatura deverá constar das pesquisas realizadas mediante apresentação da relação de candidatos ao entrevistado.

JULHO – SÁBADO, 12.7.2014

 

  1. Último dia para os candidatos, escolhidos em convenção, requererem seus registros perante o Tribunal Superior Eleitoral e Tribunais Regionais Eleitorais, até as 19 horas, caso os partidos políticos ou as coligações não os tenham requerido (Lei nº 9.504/97, art. 11, § 4º).

JULHO – SEGUNDA-FEIRA, 14.7.2014

 

  1. Último dia para a Justiça Eleitoral publicar lista/edital dos pedidos de registro individual de candidatos, escolhidos em convenção, cujos partidos políticos ou coligações não os tenham requerido (Código Eleitoral, art. 97 e Lei nº 9.504/97, art. 11, § 4º).
  2. Último dia para a Justiça Eleitoral encaminhar à Receita Federal os dados dos candidatos cujos pedidos de registro tenham sido apresentados pelos próprios candidatos, quando não requeridos pelos partidos políticos ou coligação, para efeito de emissão do número de inscrição no CNPJ (Lei nº 9.504/97, art. 22-A, § 1º c.c. art. 11, § 4º).
  3. Último dia para os partidos políticos constituírem os comitês financeiros, observado o prazo de 10 dias úteis após a escolha de seus candidatos em convenção (Lei nº 9.504/97, art. 19, caput).

JULHO – TERÇA-FEIRA, 15.7.2014

 

  1. Data a partir da qual o eleitor que estiver ausente do seu domicílio eleitoral, em primeiro e/ou segundo turnos das eleições 2014, poderá requerer sua habilitação para votar em trânsito para Presidente e Vice-Presidente da República, com a indicação da capital do Estado onde estará presente, de passagem ou em deslocamento (Código Eleitoral, art. 233-A).

JULHO – QUARTA-FEIRA, 16.7.2014

 

  1. Último dia para a Justiça Eleitoral fornecer o número de inscrição no CNPJ aos candidatos que, escolhidos em convenção, tiveram que apresentar seus próprios pedidos de registro de candidatura (Lei nº 9.504/97, art. 11, § 4° c.c o art. 22-A, § 1º).

JULHO – SÁBADO, 19.7.2014

  1. Último dia para os partidos políticos registrarem os comitês financeiros, perante o Tribunal Superior Eleitoral e Tribunais Regionais Eleitorais encarregados do registro dos candidatos, observado o prazo de 5 dias após a respectiva constituição (Lei n° 9.504/97, art. 19, § 3º).

JULHO – DOMINGO, 27.7.2014

(70 dias antes)

  1. Último dia para que os títulos dos eleitores que requereram inscrição ou transferência estejam prontos para entrega (Código Eleitoral, art. 114, caput).
  2. Último dia para a publicação, no órgão oficial do Estado, dos nomes das pessoas indicadas para compor as Juntas Eleitorais para o primeiro e eventual segundo turnos de votação (Código Eleitoral, art. 36, § 2º).

JULHO – SEGUNDA-FEIRA, 28.7.2014

 

  1. Data a partir da qual os partidos políticos, os comitês financeiros e os candidatos poderão enviar à Justiça Eleitoral o primeiro relatório discriminado dos recursos em dinheiro ou estimáveis em dinheiro que tenham recebido para financiamento da campanha eleitoral e dos gastos que realizarem, para cumprimento do disposto no art. 28, § 4°, da Lei nº 9.504/97.

JULHO – QUARTA-FEIRA, 30.7.2014

(67 dias antes)

  1. Último dia para os partidos políticos impugnarem, em petição fundamentada, os nomes das pessoas indicadas para compor as Juntas Eleitorais, observado o prazo de 3 dias, contados da publicação do edital (Código Eleitoral, art. 36, § 2º).

JULHO – QUINTA-FEIRA, 31.7.2014

 

  1. Data a partir da qual, até o dia do pleito, o Tribunal Superior Eleitoral poderá requisitar das emissoras de rádio e de televisão até 10 minutos diários, contínuos ou não, que poderão ser somados e usados em dias espaçados, para a divulgação de seus comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, podendo, ainda, ceder, a seu juízo exclusivo, parte desse tempo para utilização por Tribunal Regional Eleitoral (Lei nº 9.504/97, art. 93).
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 Tergon é pego de surpresa para ser candidato

Acredite, o colunista Social Valdecir Tergon teve o nome dele homologado para ser candidato a deputado estadual pelo PSDC. Ele disse que foi pego de surpresa. Sequer sabia que o nome dele seria colocado na nominata do partido do Edgar do Boi, que indicou o deputado Neodi Carlos como vice-governador do candidato Expedito Júnior (PSDB). Nesta noite, sábado, 5 de julho de 2014, Tergon estava meio em dúvidas se aceitaria o desafio. Disse que resolveria isso na segunda-feira.

Valdercir Tergon mora em Ji-Paraná e é um dos colunistas sociais mais respeitados de Rondônia. O trabalho dele tem repercussão nacional. Tergon apresenta um programa de TV em rede Estadual; realiza todos os anos os prêmios Oscar Mulher, The Best e editora a revista Evidência.

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Pedido de desculpas a João Cahulla

Peço desculpas ao empresário João Cahulla, por ter citado uma palavra que não condiz com o contexto da opção eleitoral dele quando candidato a governador há quatro anos. Pelo fato de Cahulla ter sido fiel a um grupo político, em especial, ao senador Ivo Cassol, não justifica o emprego de uma palavra inadequada que expressou ‘alguém sem vontade própria’. Peço desculpas, porque sei que atrás desse homem público (Cahulla) existe uma família, com filhos netos, não foi feliz a colocação.  Este jornalista (Roberto Gutierrez) não tem vergonha de dizer que errou, mas fica irritado consigo mesmo quando comete uma gafe dessa magnitude.

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Rosária, herdeira natural de Carlos Mango?

Para quem vai os quase 50 mil votantes de Magno?

A decisão do deputado federal Carlos Magno (PP-RO) em sair candidato a vice-governador na chapa de Jaqueline Cassol (PP) abre um espaço enorme na região da grande Ouro Preto do Oeste. Afinal, Magno foi eleito com 49.596 votos. Quem tem tudo para ser a herdeira natural de parte desse eleitorado é a vereadora e ex-deputada estadual Rosária Helena (PROS). Além de ela fazer parte da coligação de Carlos Magno, é de Ouro Preto, base eleitoral de Magno e ambos são afinados politicamente e existe um poder de identificação política muito grande entre os dois. Sendo assim Rosária pode ser uma das surpresas nesta eleição.

Outro que deve capitalizar uma boa fatia do eleitorado que votou em Carlos Mango para federal, é o ex-governador José Bianco (DEM). Magno foi bem votado em Ji-Paraná, uma das bases eleitorais de Bianco.  Ele está na coligação que dá sustentação a Expedito Júnior (PSDB) ao governo de Rondônia. Aliás, Deputado federal é o único cargo político que falta a Bianco.

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