Quem é quem para prefeito de Ji-Paraná – coluna do Gutierrez

Muitos nomes estão surgindo como possíveis candidatos ao cargo de prefeito de Ji-Paraná/RO em 2020. Até às convenções partidárias, muitos vão ficar pelo caminho, até porque, neste momento é hora de lançar o nome para ver se vale a pena investir neste projeto.  

Primeira chamada   

O presidente da Câmara dos Vereadores Affonso Cândido (DEM); a médica Andrea Árabe (solidariedade), mas que está com um pé no Podemos; o ex-deputado Airton Gurgacz (PDT); o ex-secretário de governo da prefeitura Ari Saraiva (PSB); o ex-deputado federal Anselmo de Jesus (PT); o ortopedista Edinho Fidelis (PP), o ex-vereador Isaú Fonseca (MDB); o deputado estadual Jhony Paixão (PRB); o médico João Durval (PP), fala-se ainda no nome do presidente da Assembleia Legislativa Laerte Gomes (PSDB); o radialista Licomédio Pereira (Solidariedade) e o atual prefeito Marcito Pinto (PDT). 

Expectativas 

Estas eleições vão bater recorde em número de candidatos a prefeito. Dos personagens que aqui descrevi, pode ser que seis nomes vinguem como candidatos.  

Motivos 

Com o fim da coligação para vereador, cada partido terá que preencher a lista de candidatos sozinho, incluindo ainda 30% das vagas destinadas a mulheres.  

No caso de Ji-Paraná, como existem 17 vagas na Câmara dos Vereadores, cada partido poderá lançar o dobro de candidatos, ou seja, 34 candidatos. Preencher essas vagas como nomes que tenham uma boa média de votos não é tarefa fácil. Por isso será muito importante que o partido lance candidato a prefeito para ajudar a render votos para a legenda do partido. 

Peneirando 

Dos nomes que devem vigorar como candidatos a prefeito estão Marcito Pinto (PDT), que tentará reeleição; Isaú Fonseca (MDB): Ele garante que não tem nenhum empecilho para registrar candidatura; o médico João Durval (PP), que obteve 20 mil votos na última eleição para prefeito, é ex-secretário de saúde de Rondônia, ex-coordenador nacional da Fundação nacional de Saúde; O deputado estadual Jhony Paixão (Progressistas), que está na lista dos nove deputados que podem perder o mandato porque o partido deles teria utilizado candidaturas laranjas, usando mulheres apenas para justificar os 30% exigidos; Anselmo de Jesus (PT), cuja candidatura tem também como finalidade fortalecer a legenda do partido para ajudar na eleição de vereadores. Já a candidatura de Licomédio Pereira (Solidariedade) não depende apenas de vontade dele, mas, de circunstâncias. O que o grupo decidir será feito, apesar do nome ter ganhado muito espaço. Ele está no grudo do ex-governador Ivo Cassol que tem ainda no partido Carlos Magno. Mas tudo isso aqui descrito são conjecturas.  

Voos mais altos (nota refeita por conta de informação equivocada) 

Uma candidatura a prefeito do atual presidente da Ale Laerte Gomes (PSDB)  não está fora de cogitação, tudo vai depender do que for traçado nas composições para 2022. Só a partir de certas definições, é que poderia ser possível dizer que Laerte disputaria ou não uma eleição de prefeito de Ji-Paraná. Existe ainda uma terceira pergunta a ser respondida: – valeria a pena entrar nessa disputa? Até porque, não está descartada a hipótese de se chegar á prescindência da Ale mais uma vez. Só que esta possibilidade dependeria de uma combinação de resultados.  

Composição à vista? 

No caso do DEM, não estaria descartada uma composição política com o PDT do senador Acir Gurgacz. Assim, não estranhe se, Affonso Cândido surgir como um possível vice de Marcito Pinto. Aliás, qualquer decisão na composição dos candidatos a prefeito de Ji-Paraná não depende exclusivamente da eleição de 2020, mas tudo está vinculado com as eleições de 2022; ou seja, 2020 não acontece se 2022 não estiver definido. 

Ainda e cedo 

Observe que o senador Marcos Rogério (DEM), deputado Laerte Gomes (PSDB), o prefeito da Capital Hildon Chaves (PSDB); Adelino Follador (DEM-Ariquemes), Mariana Carvalho (PSDB-PVH) caminham juntos. Trazer o PDT neste projeto Político seria garantir possibilidades para fazer governo, Senado e reeleição de deputados. Mas, isso é assunto para o próximo capítulo. Como disse, são apenas conjeturas. 
 

Difícil decisão 

 Na próxima coluna vou falar sobre o dilema dos atuais vereadores e sobre aqueles que pretendem ser candidatos na difícil missão de escolher o partido certo. Tudo isso porque os partidos não podem mais se unir para lançar candidaturas a vereador. É cada um por si.  É o caso do arquiteto Edísio Barroso, que na última eleição teve quase 700 votos e hoje está no MDB que tem cinco vereadores tentando reeleição. A situação do Edísio não difere de centenas de candidatos em todo o País: saber qual decisão tomar – se ica ou muda de partido. 

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